domingo, 6 de dezembro de 2009

Árvore de Natal


A árvore de Natal é uma das mais populares tradições associadas com a celebração do Natal. É normalmente uma árvore conífera de folhas perenes, ou uma árvore artificial. É costume enfeitá-la com bolas coloridas e outros adornos natalinos.




História
Segundo a história mais aceitável, a árvore de natal teria surgido na Alemanha na Idade Média. Um certo dia, o célebre Martinho Lutero, o criador das 95 teses, estaria andando por uma floresta de pinheiros. Ao reparar no céu loteado de estrelas ficou fascinado com sua beleza e com a lembrança de que Deus disse a Abraão que sua descendência seria tanta quanto as estrelas existentes no céu. A descendência é simbolizada por frutos de uma árvore. Deus plantou uma árvore, no jardim do Édem, chamada "árvore da Vida", que representa Jesus e seus frutos, os gerados de Cristo. O fato de apresentá-la no final de dezembro e início de janeiro é para lembrar o "Ano Domini" qual Jesus foi o marco zero.


Acessórios

  • Pisca-pisca - é um acessório resumido em um fio com diversas lâmpadas que é utilizado para decoração de casas e árvores de Natal representando as estrelas.
  • Bolas de Natal - são esferas decoradas e coloridas que são usadas nas árvores de Natal simbolizando os bons frutos.
  • Papai Noel - são mini bonecos usados nas árvores de Natal representando a bondade.
  • Ponteira - podem ser estrelas ou objetos em forma circular que ficam no ponto mais alto da árvore representando a estrela principal.

Fonte: Wikipédia

sábado, 5 de dezembro de 2009

O Símbolo Perdido

de Dan Brown
Editora Sextante Ficção – romance
500 páginas

Robert Langdon está de volta com seus profundos conhecimentos de simbologia e sua brilhante habilidade para solucionar problemas. O célebre professor de Harvard é convidado às pressas por seu amigo e mentor Peter Solomon – eminente maçom e filantropo – a dar uma palestra no Capitólio dos EUA. Ao chegar lá, descobre que caiu numa armadilha. Não há palestra nenhuma, Solomon está desaparecido, e ao que tudo indica, correndo grande perigo. Mal'akh o sequestrador, acredita que os fundadores de Washington, a maioria deles mestres maçons, esconderam na cidade um tesouro capaz de dar poderes sobre-humanos a quem o encontrasse. E está convencido de que Langdon é a única pessoa que pode localizá-lo. Nas mãos de Dan Brown, Washington se revela tão fascinante quanto o Vaticano ou Paris. Em 'O Símbolo Perdido', ele desperta o interesse dos leitores por temas tão variados como ciência noética, teoria das supercordas e grandes obras de arte, desafiando-os a abrir a mente para novos conhecimentos.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Madre Teresa de Calcutá

Nasceu na Albânia, na península dos Balcãs (1910-1997). Uma região muitas vezes considerada um barril de pólvora na Europa, por conflitos armados, guerras sem fim, ocupações e expulsões, que trouxeram miséria, horrores e violência a esse povo. Nessa região, estabeleceram: gregos, albaneses, turcos, sérvios, búlgaros, macedônios e outras etnias, lutando pela libertação, pela independência mútua e travando batalhas entre si.


Os pais de Teresa, Kole e Drana Bojakxi, albaneses saíram de sua terra natal para se instalarem numa cidade macedônia – Skopje (hoje capital da Macedônia). Seus pais eram conhecidos por sua generosidade. O pai era um comerciante próspero proprietário de várias casas e sócio de um mercador italiano, por isso viajava por toda a Europa.

Teresa nasceu com o nome de Agnes, em 27 de agosto de 1910. Terceira filha do casal, seus irmãos: Aga e Lasar. Desde pequena a família conheceu a guerra. Seu pai faleceu e sua mãe trabalhava dia e noite como costureira pra sustentar os 3 filhos pequenos. Agnes com 12 anos, entrou para a Congregação da Sagrada Virgem Maria (mesmo sistema das Filhas de Maria, no Brasil). Apreciava a leitura e se fixava por horas nos livros sobre a vidas dos santos. Vivia num lar calmo, pacífico e acolhedor, em meio as intermináveis guerras e à pobreza de muitos dos seus compatriotas. Nas revistas católicas tomou conhecimento do trabalho de missionários pelo mundo. A partir dos 14 anos descobriu que queria ser freira e missionária, concluiu os estudos e com 18 anos decidiu viajar a abadia de Loreto (Paris), onde aprendeu a ser freira missionária. Foi também para Irlanda e lá aprendeu a língua inglesa. Depois foram para Suez, e em seguida foram para Calcutá.

Foi em maio de 1931 que Agnes se transformou na irmã Teresa, com votos de pobreza, castidade e obediência. Teresa foi escolhido por sua devoção à santinha de Lisieux, a carmelita Teresinha do Menino Jesus. Enviada de novo a Calcutá, dava aulas a crianças européias e anglo-indianas num convento escola.


Vida missionária:

  • em agosto de 1946 Calcutá, tornou-se palco de violentos distúrbios, a guerra de duas comunidades religiosas (hindu e o muçulmano), ela foi incumbida de cuidar das crianças e quando a fome surgiu saiu às ruas em busca de comida.

  • conseguiu em 1947 o decreto do papa o "ex claustratio". Assim depois de ter usado por 17 anos o hábito negro da Ordem de Loreto, despediu-se deles. Despediu-se do convento e saiu vestindo um largo sári branco com barra azul, a mesma roupa das mulheres pobres da Índia. Recebeu abrigo no corpo das Missionárias Médicas em Patna a 380 km de Calcutá.

  • em 1948 foi para o lar São José, lugar que acolhia pessoas desvalidas, sem teto, idosas, solitárias, onde se reunia a Congregação das Irmãzinhas dos Pobres.

  • em 1950 tornou-se madre superiora de uma Nova Ordem, chamada de Missionárias da Caridade, que usavam o sári branco e barra azul.

  • fundou em 1955 o Lar para Crianças do Imaculado Coração, que chamou de Nirmala Shishu Bhavan.

  • na época da Primeira Guerra Mundial, as Missionárias da Caridade abriram diversas clínicas e centros de reabilitação para os portadores de lepra (já descoberto o tratamento).

  • em 1960 foi aberto em Nova Délhi um abrigo para moribundos, e montaram casas na região central da Índia, em Jhansi e Agra e depois em Bengala, em Patna, Pundjab, Bihar, Maharashtra e em Kerala. Nesse mesmo ano Madre Teresa foi para os EUA, convidada pelo Conselho das Mulheres Católicas para participar da Convenção em Las Vegas.

  • fevereiro de 1966 foi conferido às Missionárias da Caridade o reconhecimento do papa, elas já somavam 300.

  • em 1971 recebeu das mãos do papa Paulo VI o primeiro prêmio João XXIII da Paz. Recebeu muitos Prêmios: Bom Samaritano, nos EUA (1971); Fundação Kennedy (1971); o título de Doutora em Humanidade da Universidade de Washington (1971); Pandit Nehru, Índia (1972); Santa Luisa de Marillac, EUA (1973); Templeton, Inglaterra (1973); Medalha de Ouro da cidade de Milão, Itália (1973); Mater et Magistra, EUA (1974); Albert Schweitzer (em memória do filantrópo francês que recebera o prêmio Nobel da Paz 23 anos atrás); Doutora honoris causa da Universidade inglesa de Cambridge (1979); Balzan, Itália (1979); Prêmio Nobre da Paz em 1979. Em 1980 recebeu a maior honraria civil de seu país adotivo, a Joia da Índia.

  • na expulsão dos palestinos pelos israelenses, conhecido por Setembro Negro, as missionárias se dirigiram para lá para ajudar os feridos.

  • recebeu em 1985 a medalha da Liberdade, das mãos do presidente dos EUA, Ronald Reagan.

Sua saúde piorava com problemas do coração, com um ataque cardíaco em 1989, se viu forçada a abandonar a liderança da ordem em 13 de maio de 1990. Faleceu em 5 de setembro de 1997. Com a prática da caridade, a congregação, agora também masculina, proliferou por todo o mundo. Quando faleceu já abrangia 124 países, mais de 560 casas e cerca de 4 200 religiosas e religiosos, que tem como princípio as palavras de Madre Teresa de Calcutá:


"Eu jamais cuido de multidões, mas somente de uma pessoa. Se eu levasse em conta as multidões, não começaria nunca. O próximo é quem precisa de mim agora..."

"O nosso objetivo não é procurar que se convertam ao cristianismo, mas que encontrem Deus em qualquer religião. É a fé em Deus que nos salva. O grupo religioso que serve de ponto de partida para chegar a Ele é de importância secundária".


Origem: do livro 'Mulheres que mudaram o mundo' de Gabriel Chalita

sábado, 28 de novembro de 2009

Papoula



A papoila, ou papoula, é uma flor da família das Papaveraceae, abundante no Hemisfério Norte, cultivada para ornamento, ópio ou comida. Com relação a sua reprodução, o ovário da papoula localiza-se acima do receptáculo inserindo-se os estames e pétalas abaixo dele.






Papoula-dormideira
O nome científico da papoila-dormideira ou dormideira (papoula) é Papaver somniferum, da família Papaveraceae. É uma planta existente nas zonas do Médio e Extremo Oriente e, também em algumas territórios americanos. Têm sido identificadas algumas plantações em Portugal como no Alentejo e no Algarve na zona do Barrocal. Esta planta pertence ao mesmo gênero da papoula-da-Islândia, entre outras cento e vinte espécies. Da sua polpa extrai-se um conjunto de substâncias utilizadas desde a antiguidade como analgésico, o ópio. As sementes são usadas como condimentos, e diz-se serem afrodisíacas. (fonte: Wikipédia)


– As papoulas são tóxicas e provocam convulsões, cólicas e tremores. Têm efeito narcótico, mortais em grandes quantidades.

Origem
Em 3.000 aC. as papoulas eram usadas em cultos sumérios.

Características e Cultivo
Anual, até 80 cm de altura, caules finos cobertos por delicada penugem, folhas estreitas e divididas em segmentos lanceolados. A papoula silvestre dá flores brancas, rosas, laranja ou vermelhas, sempre com a base das pétalas brancas. A papoula somniferum é de onde se obtém o ópio, retirado à partir do látex encontrado nas cápsulas que não atingiram a maturação. Também desta espécie é extraída a morfina e a codeína. Semeada entre março e junho, as flores desabrocham no fim do verão. (fonte: achetueregiao.com.br)

domingo, 22 de novembro de 2009

Um hall de entrada




Achei lindo esse hall de entrada, saindo do elevador particular para dentro da sala principal.

Um ar de aconchego e classe, simples e elegante. Flores e luz, um par perfeito.

domingo, 15 de novembro de 2009

Vela e suas cores!



As velas são acesas para devoção, agradecimento ou para enfeitar o ambiente, deixando-o calmo e aconchegante. Vamos entender a razão de sua variedade de cores:





Amarelo
Intelecto, criatividade, unidade, trazendo o poder da concentração e da imaginação para o ritual; feitiços que envolvam confidências, atração, charme, persuasão, aprendizagem, quebrar bloqueios mentais. Em geral para estimular os estudos. Simboliza também a energia solar, ação, inspiração e mudanças súbitas. Dia da semana: Domingo.


Dourada ou amarelo clara
Ativa a compreensão e atrai as influências dos poderes cósmicos; beneficia rituais para atrair dinheiro ou sorte rapidamente. Simboliza a energia solar. Poderes divinos masculinos, feitiços e rituais para renovar a negatividade, encorajar, estabilidade e atrair as influências da Deusa.


Azul
Espiritual para rituais que necessitam de harmonia, luz, paz, sonhos, saúde, magia que envolva honra, bondade, tranqüilidade, verdade, conhecimento, proteção durante o sono, estabilidade, projeção astral, feitiços que envolvam sonhos proféticos, calma, criatividade, paciência, para estabilidade no emprego, sabedoria, poder oculto, proteção, compreensão, fidelidade, harmonia domestica e paciência. Dia da semana: Quinta-feira.


Índigo
Cor da inércia, para parar pessoas ou situações; use em rituais que requeira um elevado estado de meditação; neutraliza a magia lançada por alguém, quebra maldições, mentira ou competição indesejada. Equilibra o karma. Energia de Saturno.


Azul Royal
Promove alegria e jovialidade; use para atrair a energia de Júpiter ou para qualquer energia que você queira potencializar.


Azul Claro
Cor espiritual; ajuda nas meditações de devoção e inspiração; traz paz tranqüilidade para casa. Erradia a energia do signo de Aquário; sintetiza as situações.


Branco
É a mistura de todas as cores; alinhamento espiritual, meditação, divinação exorcismo, feitiços que envolvam cura; paz, pureza, alto astral, consagração, clarividência, verdade, força espiritual, energia lunar, limpeza, saúde, poder, totalidade. Em geral para todos os pedidos e quando você não souber a cor correspondente para o seu pedido. Dia da semana: Quarta-feira.


Laranja
Feitiços para estimular energia, alcançar metas profissionais, justiça, sucesso, em geral para a criatividade.


Marrom
Feitiços para localizar coisas perdidas, para melhorar os poderes de concentração e telepatia, proteção de familiares e animais dosméticos, equilíbrio, para rituais de força material; elimina a indecisão, atrai o poder da concentração, estudo, telepatia, sucesso financeiro.


Preta
Para afastar mau-olhado, limpar a negatividade, abre os níveis do inconsciente; usado em rituais para induzir um estado de meditação; simboliza a reversão, desdobramento, discórdia, proteção, libertação, repelindo a magia negra e formas mentais negativas. Atrai a energia de Saturno.


Púrpura ou Roxa
Manifestações psíquicas, cura e feitiços envolvendo poder, idealismo, progresso, quebra de má sorte, proteção, honra, afastar o mal, adivinhação, contato com entidades astrais, energia de Netuno. Dia da semana: Quarta-feira.


Verde
Feitiços que envolvem fertilidade, sucesso, sorte, prosperidade, rejuvenescimento, dinheiro, ambição, saúde, finanças cura, crescimento, abundância, generosidade, casamento, equilíbrio e harmonia. Em geral para desejos de cura e sorte.


Verde Esmeralda
Importante componente num ritual venusiano; atrai amor, fertilidade e relação social.


Verde Escuro
Ambição, cobiça, inveja e ciúme; coloca as influências dessas forças em um ritual


Vermelho
Saúde, energia, potência sexual, paixão, amor, fertilidade, força, coragem, vontade de poder, aumento do magnetismo em um ritual; energia dos signos de áries e escorpião. Para a conquista do medo, preguiça, vingança, atingir metas.


Cinza
Cor neutra; ajuda a meditação; na magia, esta cor simboliza confusão, mais também neutraliza as forças negativas.


Prateada ou Cinza Clara
Feitiços que atraem o poder de influências cósmicas, rituais de honra à deidades do Sol, remove a negatividade e encoraja a estabilidade; ajuda a desenvolver as habilidades psíquicas. Atrai a energia da Grande Mãe. Vitória, meditação, poderes divinos femininos.


Origem: Net Love

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

George Sand – a singular escritora

Era trineta de um rei da Polônia. Foi casada com um subtenente de infantaria. Durante a campanha de Napoleão, na Espanha, a menina matou a fome com sopa de tocos de vela. Era introvertida, e sua infância transcorreu tranquila em bairro pobre e alegre. Seu nome era Armandina Aurore Lucille Dupin.

Quando seu pai morreu, por acordo entre avó e mãe estabeleceu-se que passaria 6 meses no campo, em Nohant, 6 meses em Paris. Ficaria um semestre com sua mãe, que adorava, e outro no castelo imenso e gelado, entre mulheres idosas, outras elegantes, ainda algumas frívolas e preconceituosas.


  • Aos 7 ou 8 anos aprendeu o francês, depois o latim e o grego, dança, música, desenho e caligrafia.

Em 1812, Napoleão partia para a Campanha da Rússia, e a França iniciava seu declínio. A avó separou a neta dos seus parentes plebeus, inclusive de sua irmãzinha, que amava. Cresceu sem afeto, a avó doente, ela entregue a criadas, que por vezes a espancavam. Apesar disso, sonhava e decorava versos de Corneille ou Racine. Extravasava seus sentimentos cantando e improvisando versos brancos. Aos 12 anos tentou escrever e fez várias composições.

Criou um personagem, Corambé. Conhecendo um pastor de porcos, criatura feia, achou-o muito parecido com um gnomo, meio homem, meio monstro, tipo perfeito para o seu Camboré. Publicou as histórias que ouvira dos pastores, sacristãos, trituradores de cânhamo do vale do Noire.

A avó resolveu enviá-la para o convento da Inglesas, onde ficou 3 anos. Nessa reclusão, escreveu uma novela religiosa e um romance pastoril, que não foram publicados. Sua religiosidade tornou-se apaixonada. O misticismo não a impediu de ter certa independência. Dedicou-se ao teatro e adaptou uma peça de Moliére, "O doente imaginário", cortando as cenas de amor. O tempo passou. Seu irmão tornara-se um elegante militar, e ela saíra do convento. Lia muito, entre outros: Chateaubriand e Rousseau.

Corriam na aldeia muitas críticas a ela:
  • montava a cavalo
  • cantava em italiano
  • atirava com pistola
  • vestia-se de homem,
pois achava os trajes masculinos mais adequados às suas atividades. Desdenhava a "opinião alheia" ou falatório das comadres e puritanos de La Châtre. Nessa época morreu a avó.


Casou com um moço alegre, elegante, Casimir Dudevant, filho de um barão, e Maurice, o primeiro filho, nasceu em junho de 1823. Teve também uma filha, Solange. Metida em roupas masculinas (figura ao lado) passou a enfrentar tudo. Essa fase foi curta e determinada pelas pressões do meio, mas causou tremendo escândalo. Por tal período foi sempre lembrada. O uso de roupas masculinas deflagrou a sua imortalidade com o pseudônimo masculino. Passou para a História não com seu nome de mulher, mas como o de homem.


Começou a publicar livros com o pseudônimo masculino que a celebrizou. Ligou-se a Stéphane de Grandsagne, e a partir desse amor deixou a religião e os códigos morais da época. Ele foi o pai de sua filha. Conheceu Balzac. Jamais entregou-se a bebidas ou tóxicos. Ganhou fama, perdeu a tranquilidade. Entre seus livros alguns permaneceram, tais como:
  1. Indiana
  2. Valentine
  3. Lélia

Em viagem à Itália conheceu Stendall. Fixou-se em Veneza, onde viveu sua paixão por Alfred Musset. Ela publicou:
  1. André
  2. Jacques
  3. Lettres d' un voyageur
  4. François le Champi
  5. La petit Fadette

Sentia grande ternura pelos fracos e desamparados. Seus amantes foram doentes ou mais jovens do que ela. Defendeu incrivelmente, para seu tempo, a igualdade dos sexos. Foi percursora do movimento feminista. Conheceu Chopin e foi com ele para a ilha de Maiorca. O amor dos dois durou 8 anos. Acabou envelhecendo sozinha, como castelã em Nohant, amada pelos camponeses, que a chamavam de "a boa senhora".

Em 1848, defendeu o povo no artigo "Cartas ao Povo". Funda o jornal "A causa do Povo". O governo provisório distribui o "Boletim da República", de sua autoria. Dessa mulher os grandes da época se enamoraram. Era morena, magra, lábios finos, mas certamente o que os atraía eram a chama interior e a força que corria em suas veias.

Nasceu em 1804 e morreu em 1876, o caixão foi carregado pelos camponeses de blusas azuis, empunhando nas mãos um ramo de loureiro, segundo antiga tradição. O príncipe Napoleão também levou seu ramo de louro. Victor Hugo escreveu um réquiem, especialmente, para o sepultamento.



Origem: do livro 'Elas, mulheres que marcaram a humanidade' de Lúcia Pimentel Góes

domingo, 8 de novembro de 2009

Reinvenção

A vida só é possível reinventada.

Anda o sol pelas campinas
e passeia a mão dourada
pelas águas, pelas folhas. . .
Ah! tudo bolhas
que vêm de fundas piscinas
de ilusionismo... – mais nada.

Mas a vida, a vida, a vida,
a vida só é possível
reinventada.

Vem a lua, vem, retira
as algemas dos meus braços.
Projeto-me por espaços
cheios da tua Figura.
Tudo mentira! Mentira
da lua, na noite escura.

Não te encontro, não te alcanço...
Só - no tempo equilibrada,
desprendo-me do balanço
que além do tempo me leva.
Só - na treva
fico: recebida e dada.

Porque a vida, a vida, a vida,
a vida só é possível
reinventada.
(Cecília Meireles)

sábado, 7 de novembro de 2009

Protetor Solar


O filtro solar (também conhecido como protetor solar) é uma loção, spray ou produto tópico que ajuda a proteger a pele da radiação ultravioleta do sol, o que reduz as queimaduras solares e outros danos à pele, ultimamente ligado a um menor risco de câncer de pele.


Os melhores filtros solares protegem tanto para UVB (radiação ultravioleta com comprimento de onda entre 290 e 320 nanometros), que pode causar queimaduras solares, e UVA (entre 320 e 400 nanometros), que causa efeitos danosos à pele a longo prazo, como envelhecimento prematuro da pele.

A dosagem de aplicação do filtro solar pode ser calculada usando a fórmula para a área de superfície do corpo e subsequentemente subtraindo a área coberta por roupa que dá proteção efetiva contra a radiação UV.
Um adulto mediano com altura de 1,63 m e peso de 68 kg com 82 cm de cintura, ele necessitaria de exatamente 29 g para cobrir sua área corporal não coberta (considerando que ele esteja vestindo uma sunga).


Ao contrário do aviso comum de que o filtro solar deve ser reaplicado a cada 2-3 hs, uma pesquisa mostrou que a melhor proteção é alcançada com a aplicação 15-30 min antes da exposição, seguida por uma reaplicação 15-30 min depois que a exposição ao sol começar. Mais reaplicações só são necessárias depois de atividades como natação, ou que a pessoa sue.

Estudos mais recentes da Universidade da Califórnia indicam que o filtro solar deve ser reaplicado em 2 hs para que mantenha sua efetividade. A não-reaplicação poderia causar até mais dano às células do que o não uso do filtro solar, devido à liberação de radicais livres extras emitidos por substâncias químicas presentes no filtro.

Uma redução significante à exposição solar inibe a produção de Vitamina D. Entretanto, a exposição ao sol excessiva tem sido conclusivamente relacionada a algumas formas de câncer de pele e sinais de envelhecimento precoce.

Uma pessoa que se queimaria depois de 12 min no sol deve se queimar 2 hs (120 min) se protegida com um filtro solar de FPS 10 (10 vezes mais proteção). Na prática, a proteção de um filtro solar depende de fatores como:
  1. O tipo de pele (cor) do usuário.
  2. A quantidade que é aplicada e a freqüência de reaplicação.
  3. Atividades que o usuário faz (por exemplo, nadar leva a uma perda de filtro solar da pele).
  4. Quantidade de filtro solar que a pele absorve.
Para escolher o FPS deve se relevar as seguintes condições: as pessoas têm que usar, no mínimo, FPS 15, inclusive para quem tem pele mais morena, defesa feita por unanimidade pelos dermatologistas. A regra é:
  • quanto mais clara for a pele, mais alto deve ser o FPS.
Os dermatologistas garantem que vale a pena investir nos fatores de proteção mais altos, mesmo que as diferenças de proteção não sejam muito grandes.


História
Os gregos antigos usavam óleo de oliva como um tipo de filtro solar. Entretanto, o óleo não era muito efetivo. Ao longo do início do século XX, H.A. Milton Blake, um químico australiano, assim como muitos outros inventores, tentaram criar um filtro solar efetivo, mas não conseguiram.

Foi assim até 1944, quando o primeiro protetor solar foi inventado. Naquela época, a II Guerra Mundial movimentava os campos de batalha e muitos soldados sofriam de sérias queimaduras solares. Um farmacêutico chamado Benjamin Greene decidiu criar algo que pudesse proteger os soldados dos maléficos raios solares. No forno de sua esposa, ele criou uma substância vermelha e viscosa, a qual chamou de "red vet pet" (red veterinary petrolatum - petrolato veterinário vermelho), que funcionava principalmente através do bloqueio físico dos raios solares por meio de um espesso produto originado do petróleo, similar à Vaselina. Greene então testou-o em sua própria cabeça careca. Não funcionou tão bem como os modernos protetores, mas foi um começo.

Um filtro solar efetivo foi desenvolvido em 1938 pelo estudante de química suíço Franz Greiter, depois de se queimar severamente durante a escalada do pico Piz Buin na fronteira entre Suíça e Áustria. Ele chamou seu produto de 'Creme Gletscher' ou, em inglês, 'Creme Glacier', que foi desenvolvido em um pequeno laboratório na casa de seus pais. Exemplos que ainda existem do 'Creme Glacier' mostraram ter um FPS de 2 e, portanto, podem ser classificados como sendo filtros protetores efetivos.

No Brasil, o primeiro filtro solar foi introduzido em 1984 pela Johnson & Johnson, sob a marca Sundown, em três versões: FPS 4, 8 e 15

– São vários os produtos que encontramos na praça. Procure o que mais se adapte ao seu estilo, preço e pele.



Origem: Wikipédia

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Anjos, dias da semana



Dias da Semana:

Domingo - Anjo de infinita Luz

Terça Feira - Anjo da Energia Divina

Quinta Feira - Anjo da Justiça Divina

Sábado Feira - Anjo da Proteção
Segunda Feira - Anjo Mensageiro

Quarta Feira - Anjo da Cura

Sexta Feira - Anjo do Amor











Domingo
Grande guerreiro que combate as trevas. Que corta o mal com sua espada poderosa e flamejante. Envie-me fogo purificador e regenerador. Limpe-me das impurezas internas e externas. Purifique toda minha alma e todo meu corpo. Restaure, equilibre e harmonize todo meu ser. Proteja-me para que eu não seja atingido pelas maldades de meus inimigos. Em ti confio e entrego-me para guiar-me e proteger-me por toda minha caminhada terrena

Segunda Feira
Que por vosso intermédio eu obtenha sempre boas notícias. Promova em meus contatos paz, harmonia e alegria. Que todas as minhas mensagens recebidas ou transmitidas sejam para o bem de todos os envolvidos. Ilumine-me, dê-me inteligência para comunicar e promover mudanças benéficas, favoráveis a mim e a todos que me envolver. Conceda-me a transformação de minha alma e que através de meu ser purificado eu possa ajudar no despertar de outros, para que juntos possamos viver na mais perfeita harmonia.

Terça Feira
Dê-me força e coragem para seguir em frente. Que os períodos de fraqueza sejam combatidos com firmeza e determinação. Que eu aja sempre dentro da lei de Deus e da lei dos homens e que em momento algum eu seja atingido pelas injustiças de meus irmãos que ainda se encontram adormecidos.

Quarta Feira
Cure-me de todos os males que impedem minha evolução material e espiritual. Ó Anjo divino, ilumine minha alma e que eu possa com sua proteção curar todo o mal que me atrapalha e atrapalha a caminhada de meus irmãos. Dê-nos força e saúde para persistirmos com infinita vontade em praticar boas obras aos nossos irmãos e que juntos possamos curar e harmonizar todo o planeta.

Quinta Feira
Dê-me inspirações para transmitir aos meu irmãos, através das palavras escritas ou faladas todo o ensinamento que eu recebo de Cristo por intercessão dos seres celestiais. Que todo conhecimento que eu adquirir por sua influência me faça crescer dia após dia. Que minha sabedoria seja eterna e eu a aproveite infinitamente a favor de meus semelhantes.

Sexta Feira
Que minhas emoções sejam equilibradas, que a harmonia seja instalada em minha alma, que meu coração seja a morada permanente do sentimento do amor. Que o amor seja infinitamente a força que me sustenta e mantém-me unido a todos meus irmãos. Que meu alicerce seja baseado no amor de Cristo. A cada amanhecer que eu seja preenchido pelos raios de sua chama. Permita-me, espalhar por onde eu andar seu ensinamento e que todos os que através de mim compreenderem o sentimento de amor, o levem adiante a todos outros que encontrarem.

Sábado
Ajude-me a cumprir minha missão a qual me foi proposto por Deus a realizar durante minha permanência aqui na terra. Permita-me seguir com meu propósito, sem que dele eu me desvie, em nenhum momento deixe-me ser tomado pela fraqueza. Fortaleça minha alma, aumente minha vontade de buscar sempre mais fontes necessárias para meu crescimento espiritual.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Papisa Joana

de Donna Woolfolk Cross
Geração Editorial
Romance – 490 páginas

No mesmo ano da morte do lendário Carlos Magno, 814 – nascia na aldeia de Ingelheim a única mulher da História destinada a ser papa: Joana. Era a Idade das Trevas, uma época brutal, de ignorância, miséria e superstição sem precedentes. Os países europeus como os que conhecemos não existiam, nem tampouco seus idiomas, mas tão-somente dialetos locais, sendo a língua culta o latim; a morte do imperador Carlos havia mergulhado o Sacro Império Romano num caos de economia falida, guerras cívis e invasões por parte de viquingues e sarracenos. A vida nesses tempos conturbados era particularmente difícil para as mulheres, que não tinham quaisquer direitos legais ou de propriedade. A lei permitia que seus maridos batessem nelas; o estupro era encarado como uma forma menor de roubo. A educação das mulheres era desencorajada, pois uma mulher letrada era considerada não apenas uma aberração, mas também um perigo. Decidida a não se conformar com as limitações impostas ao seu sexo. Joana se disfarça de homem e ingressa num mosteiro beneditino, sob o nome de "irmão" João Ânglico. A papisa Joana é um dos personagens mais fascinantes de todos os tempos, e um dos menos conhecidos. Embora hoje negue a existência dela e de seu papado, a Igreja Católica reconheceu ambos como verdadeiros durante a Idade Média e a Renascença. Foi apenas a partir do século XVII, sob crescente ataque do protestantismo incipiente, que o Vaticano deu início a um esforço orquestrado para destruir os embaraçosos registros históricos sobre a mulher papa. O desaparecimento quase absoluto de Joana na consciência moderna atesta a eficácia de tais medidas. (resenha tirada das orelhas do livro)

– A mulher sempre batalhou por seus ideais, luta de todas as maneiras, mas sempre vai ser mulher.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

'Coco' Chanel


Gabrielle Bonheur Chanel, (Saumur, 19 de agosto de 1883 - Paris, 10 de janeiro de 1971), mais conhecida como Coco Chanel, foi uma importante estilista francesa e uma mulher à frente do seu tempo. As suas criações até hoje ditam e influenciam a moda mundial. É a fundadora da empresa de vestuário Chanel S.A.





História
A família de Gabrielle era muito numerosa:
  • 4 irmãos, 2 meninos e 2 meninas. O pai, Albert Chanel, era caixeiro-viajante e a mãe, Jeanne Devolle, era doméstica.

Depois da morte precoce da mãe, o pai de Chanel ficou com a responsabilidade de tomar conta das crianças. Devido à profissão de seu pai, Coco e as irmãs foram educadas num colégio interno – então Coco com 12 anos, Julia com 13 e Antoinette 8 anos; enquanto que os irmãos foram trabalhar em uma fazenda de faz-tudo.

Aos 18 anos, encontra sua tia, que com a mesma idade e a mesma ambição de fugir do internato. Em 1903, com 20 anos, trabalhou como costureira em uma loja de enxovais. Fez tentativas na área da dança e do teatro.

Cerca de 1907-1908, em uma viagem a Vichy com seu tio, ela se põe a cantar e começa a sonhar com o music-hall. Perto dos 24 anos, aparece o apelido 'Coco', porque tem o hábito de cantar:
Quem viu Coco no Trocadero? "Qui qu'a vu Coco dans l'Trocadéro ? "

Com 25 anos, Chanel conheceu um rico comerciante de tecidos, chamado Etienne Balsan, com quem passou a viver. Por volta de 1910, na capital parisiense, Coco conheçeu o grande amor da sua vida – um milionário inglês Arthur Boyle, que a ajudou abrir a sua primeira loja de chapéus. A loja Chanel iria tornar-se um sucesso e apareceria nas revistas de moda mais famosas de Paris. Algum tempo depois, Boyle acabou a relação com Gabrielle para se casar com uma inglesa e meses mais tarde morreu num desastre de carro.

Chanel abriu a primeira casa de costura, comercializando também chapéus. Nessa mesma casa, começou a vender roupas desportivas para ir à praia e para montar a cavalo. Pioneira, também inventou as primeiras calças femininas.

No início dos anos 20, Chanel conheceu e apaixonou-se por um príncipe russo pobre, Dmitri Pavlovich, que tinha fugido com a sua família da Rússia, então União Soviética. A sua relação com Paulovitch a fez desenhar roupas com bordados do folclore russo e, contratou 20 bordadeiras. Neste período, Chanel conheceu muitos artistas importantes, tais como Pablo Picasso, Luchino Visconti e Greta Garbo.

Suas roupas vestiram as grandes atrizes de Hollywood, e seu estilo ditava moda em todo o mundo. Além de confecções próprias, desenvolveu perfumes com sua marca. Os seus tailleurs são referência até hoje.

Em 1921, criou o perfume que a iria converter numa grande celebridade por todo mundo, o «Chanel nº5». O nome referia-se ao seu algarismo da sorte. Depois deste perfume, veio o nº17, mas este não teve o mesmo sucesso.

Durante a Segunda Guerra Mundial, Chanel fechou a casa e envolveu-se romanticamente com um oficial alemão. Reabriu-a em 1954. No final da guerra, os franceses conceituaram este romance mal e deixaram de frequentar a sua casa. Nesta década, Chanel teve portanto dificuldades financeiras. Para manter a casa aberta, Chanel começou a vender suas roupas para o outro lado do Atlântico, passando a residir na Suíça.

Devido à morte do ex-presidente norte-americano John Kennedy e à admiração da ex-primeira-dama Jackie Kennedy por Chanel, ela começou a aparecer nas revistas de moda com a criação dos seus tailleurs. Depois voltou a residir na França.

Faleceu no Hôtel Ritz Paris em 1971, onde viveu por anos. O seu funeral foi assistido por centenas de pessoas que levaram as suas roupas em sinal de homenagem.


Origem: Wikipédia

domingo, 18 de outubro de 2009

Florir a semana...

Anjos – Gênios da Humanidade

Os hebreus chegaram à terra prometida por volta de 1950 aC . Em 1600 aC, coagidos por uma grande fome, emigraram para o Egito, liderados por Jacob, a convite de seu filho José, primeiro-ministro do faraó. Durante séculos viveram em prosperidade. Neste período, os conhecimentos sobre anjos cabalísticos foram associados ou sincretizados com os deuses egípcios.

Cada um dos 72 anjos tem influência em cinco dias do ano (72 x 5 = 360). Como o calendário egípcio era constituído de 365 dias, esses cinco dias, nos quais não havia regência de anjo, foram consagrados a cinco divindades denominadas "Epagômenos", que juntas formam o Pentaedro Sagrado. Estes dias são atribuídos a pessoas inteligentes, que presidem as forças dos elementos (terra, água, fogo, ar e éter) e dos elementais (gnomos, silfos, salamandras, ondinas e fadas).

  • Os dias são:
19/03,
31/05,
12/08,
05/01 e
24/10.

Se você nasceu em um destes dias, é considerado uma divindade kármica, com a missão de guardar a humanidade e após estudar as características de cada anjo, poderá escolher aquele com o qual melhor se identificar, para ser seu anjo guardião.



Dia 19/03 - elemento éter - signo de Peixes
Protegido pela deusa Sekmet, a guerreira, encarregada de destruir a força dos inimigos do faraó. Representada como uma mulher com a cabeça de leão, portando uma coroa com o disco solar. Responsável pelo começo do ano esotérico.

Personalidade: tem grande consciência da própria força e magnetismo. Exerce domínio sobre todos com grande facilidade. Organizado, com forte senso do dever, despende muita energia nos negócios novos ou desafiadores. Provavelmente obtém equilíbrio quando trabalha em equipe. Constrói seu próprio bem sem esquecer dos outros.

Gênio Contrário: Domina a impulsividade, as aventuras amorosas, o egoísmo e a violência.



Dia 31/05 - elemento ar - signo de Gêmeos
Protegido pelo deus Tot, senhor das palavras, criador da fala e inventor da escrita. É representado como um homem com a cabeça de uma ave, a sagrada Íbis. Responsável pelo controle dos silfos, contando com extraordinária beleza.

Personalidade: está sempre experimentando e conhecendo coisas novas. Assim como um pássaro está sempre voando de galho em galho. Adora a adaptação de coisas que instigam sua inteligência. É um pesquisador extremamente curioso e individualista. Tem forte capacidade de comunicação e praticidade em expor suas idéias e metas. Super ativo, está sempre "inventando".

Gênio Contrário: Domina a natureza dupla, o nervosismo, a preguiça e a não fixação a nenhum amor.



Dia 12/08 - elemento fogo - signo de Leão
Protegido pelo deus Rá, a principal divindade egípcia, surgida no céu sob a forma de Benu, a ave Fênix (que ressurgiu das cinzas). Representado com uma coroa com um olho na frente, na forma de uma serpente - "Uraes". Responsável pela organização das forças das salamandras.

Personalidade: extrovertido, dotado de grande energia e poder, adora enfrentar situações difíceis e está sempre superando-as. A energia é a mesma do sol, nasceu para brilhar, é orgulhoso e trabalhador.

Gênio Contrário: Domina a depressão, a estagnação e o abuso de poder. Não sabe perder, mas aceita a derrota.



Dia 05/01 - elemento terra - signo de Capricórnio
Protegido pelo deus Anúbis, o guardião dos mortos, responsável em "pesar" a alma na balança da verdade e encaminhá-la para a salvação ou castigo. Guardião de todos os segredos do mundo. Representado por um homem com cabeça de chacal. Domina a força dos gnomos.

Personalidade: paciente, com inteligência aguda, tem facilidade em expor suas idéias, tornando-se assim uma pessoa de sucesso. Fiel, amigo e protegido dos deuses, é perseverante e exerce o poder com exato senso de justiça. É um excelente conselheiro.

Gênio Contrário: Domina a impaciência, o orgulho exagerado, o egocentrismo e a falta de modéstia.



Dia 24/10 - elemento água - signo de Escorpião
Protegido por Osíris, rei dos deuses, deus da renovação de tudo que morre e volta a nascer. Representado como um homem que tem nas mãos o cajado e o mangual, símbolos de sua autoridade régia. Escolhido para governar as forças das ondinas, é possuidor de enorme beleza.

Personalidade: possui intenso sentimento de emoção, persistência imensa, intuição fortíssima, que bem canalizada, trabalha diretamente com os poderes paranormais. Resiste a todas as adversidades, e está sempre disposto a defender o que almeja, em todas as áreas.

Gênio Contrário: Domina o ciúme excessivo, a desconfiança e o uso da potencialidade intuitiva, para praticar a magia negra.

domingo, 11 de outubro de 2009

Mais Anjos




Infelizmente a história sobre os anjos é curta. Os gregos os chamavam de daimones (gênio, anjo, ser sobrenatural). A palavra anjo vem do termo grego "angelos" que significa "mensageiro".






Os egípcios os explicaram amplamente e com detalhes, mas tudo foi perdido, queimado na época da ascensão do cristianismo primitivo do Ocidente. Hoje, o pouco que nos resta deriva dos estudos cabalísticos desenvolvidos pelos judeus, que foram os primeiro a acreditar nesta energia. O mundo cabalístico é dividido em quatro hierarquias energéticas: emanação, criação, formação e ação.
  1. Emanação é o centro de todas as energias.
  2. Criação é o tempo e o espaço.
  3. Formação é o mundo das espécies, das coisas concretas que têm forma definida, categoria da qual o mundo angelical faz parte.
  4. Ação é a força pela qual cada individualidade criada, age e manifesta vida.

A palavra hebraica para anjo é Malakl, que significa "mensageiro". As primeiras descrições sobre anjos apareceram no Antigo Testamento. A menção mais antiga de um anjo aparece em Ur, cidade do Oriente Médio, há mais de 4.000 aC.

Em 787 dC definiu-se dogma somente em relação aos arcanjos: Miguel, Uriel, Gabriel e Rafael.
A auréola que circunda a cabeça dos anjos é de origem oriental. Nimbo (do latim nimbus), é o nome dado ao disco ou aura parcial que emana da cabeça das divindades. No Egito, a aura da cabeça foi atribuída ao deus solar Rá e mais tarde na Grécia ao deus Apolo. Na iconografia cristã, o nimbo ou diadema é um reflexo da glória celeste e sua origem ou lar, o céu. As asas e halos apareceram no século I. As asas representam a rapidez com que os anjos se locomovem. Os escritos essênios, fraternidade da qual Jesus fazia parte, estão repletos de referências angelicais. No Novo Testamento, anjos apareceram nos momentos marcantes da vida de Jesus: nascimento, pregações, martírio e ressurreição. Depois da ascensão, Jesus foi colocado junto ao Anjo Metatron.

Alguns estudos aceitam possibilidade dos três Reis Magos serem Anjos materializados: Melchior (Rei da Luz), Baltazar (Rei do Ouro, guardião do tesouro, do incenso e da paz profunda) e Gaspar (o etíope, que entregou a mirra contra a corrupção).

Maria ainda trazia Jesus no ventre, quando foi levada por José para o Egito. Jesus admirava a ciência deste país e isto talvez, aliado ao trabalho de carpinteiro, justifique o cristianismo primitivo, repleto de signos e parábolas.


– A tradição católica dividiu os anjos em três grandes hierarquias, subdivididas cada uma em três companhias:

Serafins: que personificam a caridade divina e a inteligência.
Querubins: que refletem a sabedoria divina, aliada ao temperamento jovial.
Tronos: que proclamam a grandeza divina através da música.

Dominações: que têm o governo geral do universo.
Potências: que protegem as leis do mundo físico e moral, além de preservar a procriação dos animais.
Virtudes: que promovem prodígios e os milagres da cura.

Principados: responsáveis pelos reinos, estados e países, preservando também a fauna e a flora, os cristais e as riquezas da terra.
Arcanjos: responsáveis pela transmissão de mensagens importantes e pela defesa dos países, pais ou da família.
Anjos: que cuidam da segurança dos indivíduos no corpo físico.


– Cada uma das hierarquias angelicais é regida por um príncipe e tem correspondência com uma letra do alfabeto hebraico:
  • Aleph, corresponde aos Serafins e o Príncipe é Metatron.
  • Beth, corresponde aos Querubins e o Príncipe é Raziel.
  • Ghimel, corresponde aos Tronos e o Príncipe é Tsaphkiel.
  • Daleth, corresponde às Dominações e o Príncipe é Tsadkiel.
  • He, corresponde às potências e o Príncipe é Camael.
  • Vau, corresponde às Virtudes e o Príncipe é Raphael.
  • Zain, corresponde aos Principados e o Príncipe é Haniel.
  • Heth, corresponde aos Arcanjos e o Príncipe é Mikael.
  • Teth, corresponde aos Anjos e o Príncipe é Gabriel.

Porque as pessoas acreditam em anjos? Eles estão em todas as religiões, são seres iluminados e não levam em conta os registros de nossos atos negativos, portanto não perdoam, já que não cabe a eles julgar.

Os anjos nunca nos abandonam, não têm necessidade de se refazer através do sono e não sofrem os efeitos do tempo.



sábado, 10 de outubro de 2009

A viúva Clicquot - mulher de audácia

Barbe-Nicole Clicquot Ponsardin inventou a champanhe tal como se conhece hoje, expandiu seus negócios pelo mundo e criou um pioneiro sistema de distribuição de lucros entre funcionários, no século XIX. Temida pela concorrência, a viúva Clicquot deu novo significado à expressão "mulher de negócios".

Sempre que a aristocracia europeia do século XIX queria brindar com a mais pura espuma fervilhante de champanhe, pedia "la veuve" (a viúva). Não era preciso dizer mais. Todos sabiam que a senhora em questão era uma garrafa de Veuve Clicquot, o único espumante da época cristalino, doce na medida, cujas bolhas formavam delicada coroa ao chegar à borda da taça. Mas raramente madame Barbe-Nicole Clicquot Ponsardin, a viúva em pessoa, estava presente neste tipo de comemoração. Diferentemente da famosa bebida que tinha seu nome, não há notícia de que algum dia tenha saído da França; no máximo viajava a Paris, a 140 km de Reims, onde nasceu e trabalhou a vida inteira.

Com o tempo, tal invisibilidade social fez dela uma das mais ilustres desconhecidas dos últimos 200 anos. Hoje, poucos sabem que foi a primeira grande empresária internacional, responsável por transformar o vinho espumante em símbolo de bebida de luxo. Dessa mulher restou uma só imagem, estampada desde 1972 na tampa de metal dos 8 milhões de garrafas produzidas anualmente pela maison. O retrato pintado na década de 1860 por Léon Cognie, mostra uma octogenária vestida de negro. A imagem não condiz com a empreendedora trabalhadora, muitas vezes temerária, que fez de uma pequena empresa familiar um império proprietário de 275 hectares dos melhores vinhedos de Campagne.

Barbe-Nicole Ponsardin nasceu numa das mais ricas famílias de Reims. O pai Nicolas, fez fortuna no ramo têxtil (faturava o equivalente a 800 mil dólares por ano) e planejava para a primogênita um casamento com título de nobreza. A derrubada da monarquia pela Revolução Francesa em 1789 acabou com o sonho e ameaçou a vida da menina, de 11 anos, assim como a de toda a burguesia, identificada como inimiga do povo. Foi graças a ajuda da costureira da família que ela conseguiu fugir antes da invasão do Convento Real de Saint-Pierre-des-Dames, tradicional escola da elite. Disfarçada de camponesa, atravessou a pé a cidade com sua salvadora, que a escondeu em casa, na segurança do subúrbio pobre.

A genética também contribuiu. Dos 3 filhos de Nicolas, aquela ruivinha de olhos acinzentados foi a única que herdou sua capacidade de se adaptar às circunstâncias. Apesar de monarquista e católico fervoroso, monsenhor Ponsardin conseguiu cair nas graças do novo governo republicano, que considerava a religião um crime. Assim conservou a cabeça, o prestígio e a fortuna. Manteve a mansão na praça principal de Reims, onde foi realizada em 10 de julho de 1798 a cerimônia secreta do casamento religioso de sua filha com François, herdeiro do milionário produtor têxtil Philippe Clicquot.

Vizinhos desde a infância, imaginava-se que os noivos fossem amigos. Sonhador e violinista talentoso com tendências a depressão, François, não se interessava por tecidos; queria construir fortuna com o comércio de vinhos. Os recém-casados quase nada sabiam de vinho, mas uniram forças e terras num plano ambicioso: abastecer o promissor mercado russo com o forte e adocicado espumante da região, muito ao gosto do czar Alexandre I. Uma bebida fina e exclusiva – o champanhe Clicquot. O primeiro carregamento ficou pronto para a venda, em 1803, quando Napoleão mergulhou a Europa num conflito que duraria 12 anos. Já não havia compradores nem dinheiro para bebidas finas. Entre as primeiras vítimas das guerras napolêonicas estavam a empresa dos Clicquot. François morre em 23 de outubro de 1805, devido a febre tifoide, mas circularam boatos de que teria cortado a garganta em desespero pela falência iminente. Aos 27 anos e com uma filha de 6 anos, Barbe-Nicole fez o que na época apenas a viuvez permitia a uma mulher: assumiu os negócios. Com o apoio do pai e do sogro, teve como sócio um amigo das famílias, o rico proprietário vinícola Alexandre Jérôme Fourneau.

Com o bloqueio as exportações imposto à França pelos portos europeus, diz sua biógrafa que a viúva "começou a brincar com a ideia" do contrabando. Até 1810, seu espumante chegou às cortes inimigas e aliadas a bordo de navios que não podiam transportá-lo. Financeiramente o risco não compensou, mas as garrafas tornaram conhecido e apreciado o vinho da viúva Clicquot. Forneau abandonou a sociedade depois de embolsar o capital que tinha investido. Para manter viva a agora Veuve Clicquot Ponsardin e Companhia, produziu vinho tinto barato para o mercado interno, vendeu todos os colares de raras pérolas rosadas e um fabuloso diamante avaliado em 60 mil dólares (valor atual), dispensou funcionários, encheu as adegas com a fabulosa safra de 1811 e, esperou. Em abril de 1814, quando Napoleão abdicou, foi a primeira a chegar aos mercados que se abririam em breve. Quando Alexandre I anunciou o fim do embargo à Franca, 10 550 garrafas de Veuve Clicquot 1811 já estavam no porto prussiano de Konihsberg (perto de São Petersburgo) e outras 12 780 a caminho. Disputadas a peso de ouro, foram vendidas pelo equivalente a 100 dólares cada uma. Foi o único champanhe servido no aniversário do rei prussiano e saudado como o melhor do mundo – e começou a tornar madame uma das mulheres mais ricas da época.

Menos de 2 anos depois ela faria com que todos se curvassem também à sua competência técnica ao inventar o remuage – processo usado até hoje para melhorar a qualidade da champanhe removendo os resíduos que o deixam turvo, diminuindo o tempo e os gastos de produção. Por quase uma década, essa descoberta foi mantida em segredo, graças ao respeito que ela inspirava e a um sistema de participação nos lucros a empregados em posições-chaves.

  • Além do trabalho, a viúva tinha 3 paixões:
  1. romances de cavalaria
  2. comprar e decorar casas e
  3. homens jovens e bonitos
Ao se aposentar, aos 64 anos, em 1841, deu 50% da Clicquot a um dos seus protegidos, Édouard Werlé, um alemão que ela preparou para sucedê-la. Ela sabia não ter herdeiros para tocar seus negócios (após sua morte a casa foi administrada por Werlé e seus descendentes até ser comprada, em 1986, pelo grupo multinacional Louis Vuitton Moet Hennessy). Só a bisneta Anne mostrava tino comercial, mas preferia moda a champanhe. Para ela escreveu uma carta que é um autorretrato:

"Minha querida (...) você, mais do que ninguém, se parece comigo, pela audácia. É uma qualidade que me valeu muito... hoje sou chamada a Grande Dama do Champanhe! O mundo está em perpétuo movimento e precisamos inventar o amanhã. É preciso passar à frente dos outros, ter determinação e exatidão e deixar a inteligência conduzir a sua vida. Aja com audácia".


Barbe-Nicole morreu em 29 de julho de 1866, aos 89 anos, em seu castelo em Boursault, vale do Marne. Na época, 750 mil garrafas de Veuve Clicquot eram vendidas no mundo inteiro. Realizara o sonho do marido François e até o de seu pai – todas as mulheres da família ostentam títulos de nobreza – as irmãs por casamentos; ela porque, como disse o escritor Prosper Mérimée, era "a rainha não coroada de Reims".

Origem: Revista Claudia nº 10 ano 48 - outubro 2009

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Cecília Meireles



"...Liberdade, essa palavra
que o sonho humano alimenta
que não há ninguém que explique
e ninguém que não entenda..."

(Romanceiro da Inconfidência)





Filha de Carlos Alberto de Carvalho Meireles, funcionário do Banco do Brasil S.A., e de D. Matilde Benevides Meireles, professora municipal, Cecília Benevides de Carvalho Meireles nasceu em 7 de novembro de 1901, na Tijuca, Rio de Janeiro. Única sobrevivente dos 4 filhos do casal. O pai faleceu três meses antes do seu nascimento, e sua mãe quando ainda não tinha três anos. Criada por sua avó D. Jacinta Garcia Benevides. Cecília escreveria mais tarde:

"Nasci aqui mesmo no Rio de Janeiro, três meses depois da morte de meu pai, e perdi minha mãe antes dos três anos. Essas e outras mortes ocorridas na família acarretaram muitos contratempos materiais, mas, ao mesmo tempo, me deram, desde pequenina, uma tal intimidade com a Morte que docemente aprendi essas relações entre o Efêmero e o Eterno.

(...) Em toda a vida, nunca me esforcei por ganhar nem me espantei por perder. A noção ou o sentimento da transitoriedade de tudo é o fundamento mesmo da minha personalidade.

(...) Minha infância de menina sozinha deu-me duas coisas que parecem negativas, e foram sempre positivas para mim: silêncio e solidão. Essa foi sempre a área de minha vida. Área mágica, onde os caleidoscópios inventaram fabulosos mundos geométricos, onde os relógios revelaram o segredo do seu mecanismo, e as bonecas o jogo do seu olhar. Mais tarde foi nessa área que os livros se abriram, e deixaram sair suas realidades e seus sonhos, em combinação tão harmoniosa que até hoje não compreendo como se possa estabelecer uma separação entre esses dois tempos de vida, unidos como os fios de um pano."


Conclui seus primeiros estudos — curso primário — em 1910, na Escola Estácio de Sá, ocasião em que recebe de Olavo Bilac, Inspetor Escolar do Rio de Janeiro, medalha de ouro por ter feito todo o curso com "distinção e louvor". Diplomando-se no Curso Normal do Instituto de Educação do Rio de Janeiro, em 1917, passa a exercer o magistério primário em escolas oficiais do antigo Distrito Federal.

Dois anos depois, em 1919, publica seu primeiro livro de poesias, "Espectro". Seguiram-se "Nunca mais... e Poema dos Poemas", em 1923, e "Baladas para El-Rei, em 1925.

Casa-se, em 1922, com o pintor português Fernando Correia Dias, com quem tem três filhas: Maria Elvira, Maria Mathilde e Maria Fernanda, esta última artista teatral consagrada. Suas filhas lhe dão cinco netos.

Publica, em Lisboa, Portugal, o ensaio "O Espírito Vitorioso", uma apologia do Simbolismo.

Correia Dias suicida-se em 1935. Cecília casa-se, em 1940, com o professor e engenheiro agrônomo Heitor Vinícius da Silveira Grilo.

De 1930 a 1931, mantém no Diário de Notícias uma página diária sobre problemas de educação.

Em 1934, organiza a primeira biblioteca infantil do Rio de Janeiro, ao dirigir o Centro Infantil, que funcionou durante quatro anos no antigo Pavilhão Mourisco, no bairro de Botafogo.

Profere, em Lisboa e Coimbra, Portugal, conferências sobre Literatura Brasileira.

De 1935 a 1938, leciona Literatura Luso-Brasileira e de Técnica e Crítica Literária, na Universidade do Distrito Federal (hoje UFRJ).

Publica, em Lisboa, Portugal, o ensaio "Batuque, Samba e Macumba", com ilustrações de sua autoria.

Colabora ainda ativamente, de 1936 a 1938, no jornal A Manhã e na revista Observador Econômico.

A concessão do Prêmio de Poesia Olavo Bilac, pela Academia Brasileira de Letras, ao seu livro Viagem, em 1939, resultou de animados debates, que tornaram manifesta a alta qualidade de sua poesia.

Publica, em 1939/1940, em Lisboa, em capítulos, "Olhinhos de Gato" na revista "Ocidente".

Em 1940, leciona Literatura e Cultura Brasileira na Universidade do Texas (USA).

Em 1942, torna-se sócia honorária do Real Gabinete Português de Leitura, no Rio de Janeiro (RJ).

Aposenta-se em 1951 como diretora de escola, porém continua a trabalhar, como produtora e redatora de programas culturais, na Rádio Ministério da Educação, no Rio de Janeiro (RJ).

Em 1952, torna-se Oficial da Ordem de Mérito do Chile, honraria concedida pelo país vizinho.

Realiza numerosas viagens aos Estados Unidos, à Europa, à Ásia e à África, fazendo conferências, em diferentes países, sobre Literatura, Educação e Folclore, em cujos estudos se especializou.

Torna-se sócia honorária do Instituto Vasco da Gama, em Goa, Índia, em 1953, nesse mesmo ano em Délhi, Índia, é agraciada com o título de Doutora Honoris Causa da Universidade de Délhi.

Recebe o Prêmio de Tradução/Teatro, concedido pela Associação Paulista de Críticos de Arte, em 1962.

Em 1963, ganha o Prêmio Jabuti de Tradução de Obra Literária, pelo livro "Poemas de Israel", concedido pela Câmara Brasileira do Livro. No mesmo ano, seu nome é dado à Escola Municipal de Primeiro Grau, no bairro de Cangaíba, São Paulo (SP).

Falece no Rio de Janeiro a 9 de novembro de 1964, sendo-lhe prestadas grandes homenagens públicas. Seu corpo é velado no Ministério da Educação e Cultura. Recebe, ainda em 1964, o Prêmio Jabuti de Poesia, pelo livro "Solombra", concedido pela Câmara Brasileira do Livro.

Ainda em 1964, é inaugurada a Biblioteca Cecília Meireles em Valparaiso, Chile.

Em 1965, é agraciada com o Prêmio Machado de Assis, pelo conjunto de sua obra, concedido pela Academia Brasileira de Letras. O Governo do então Estado da Guanabara denomina Sala Cecília Meireles o grande salão de concertos e conferências do Largo da Lapa, na cidade do Rio de Janeiro. Em São Paulo (SP), torna-se nome de rua no Jardim Japão.

Em 1974, seu nome é dado a uma Escola Municipal de Educação Infantil, no Jardim Nove de Julho, bairro de São Mateus, em São Paulo (SP).

Uma cédula de cem cruzados novos, com a efígie de Cecília Meireles, é lançada pelo Banco Central do Brasil, no Rio de Janeiro (RJ), em 1989.

Em 1991, o nome da escritora é dado à Biblioteca Infanto-Juvenil no bairro Alto da Lapa, em São Paulo (SP).

O governo federal, por decreto, instituiu o ano de 2001 como "O Ano da Literatura Brasileira", em comemoração ao sesquicentenário de nascimento do escritor Silvio Romero e ao centenário de nascimento de Cecília Meireles, Murilo Mendes e José Lins do Rego.

Traduziu peças teatrais de Federico Garcia Lorca, Rabindranath Tagore, Rainer Rilke e Virginia Wolf. Sua poesia, foi traduzida para o espanhol, francês, italiano, inglês, alemão, húngaro, hindu e urdu, e musicada por Alceu Bocchino, Luis Cosme, Letícia Figueiredo, Ênio Freitas, Camargo Guarnieri, Francisco Mingnone, Lamartine Babo, Bacharat, Norman Frazer, Ernest Widma e Fagner.


Bibliografia
Tendo feito aos 9 anos sua primeira poesia, estreou em 1919 com o livro de poemas Espectros, escrito aos 16 e recebido com louvor por João Ribeiro.


Publicou:
  1. Criança, meu amor, 1923
  2. Nunca mais... e Poemas dos Poemas, 1923
  3. Criança meu amor..., 1924
  4. Baladas para El-Rei, 1925
  5. O Espírito Vitorioso, 1929 (ensaio - Portugal)
  6. Saudação à menina de Portugal, 1930
  7. Batuque, Samba e Macumba, 1935 (ensaio - Portugal)
  8. A Festa das Letras, 1937
  9. Viagem, 1939
  10. Vaga Música, 1942
  11. Mar Absoluto, 1945
  12. Rute e Alberto, 1945
  13. Rui — Pequena História de uma Grande Vida, 1949 (biografia de Rui Barbosa para crianças)
  14. Retrato Natural, 1949
  15. Problemas de Literatura Infantil, 1950
  16. Amor em Leonoreta, 1952
  17. Doze Noturnos de Holanda & O Aeronauta, 1952
  18. Romanceiro da Inconfidência, 1953
  19. Batuque, 1953
  20. Pequeno Oratório de Santa Clara, 1955
  21. Pistóia, Cemitério Militar Brasileiro, 1955
  22. Panorama Folclórico de Açores, 1955
  23. Canções, 1956
  24. Giroflê, Giroflá, 1956
  25. Romance de Santa Cecília, 1957
  26. A Bíblia na Literatura Brasileira, 1957
  27. A Rosa, 1957
  28. Obra Poética,1958
  29. Metal Rosicler, 1960
  30. Poemas Escritos na Índia, 1961
  31. Poemas de Israel, 1963
  32. Antologia Poética, 1963
  33. Solombra, 1963
  34. Ou Isto ou Aquilo, 1964
  35. Escolha o Seu Sonho, 1964
  36. Crônica Trovada da Cidade de Sam Sebastiam no Quarto Centenário da sua Fundação Pelo Capitam-Mor Estácio de Saa, 1965
  37. O Menino Atrasado, 1966
  38. Poésie (versão para o francês de Gisele Slensinger Tydel), 1967
  39. Antologia Poética, 1968
  40. Poemas italianos, 1968
  41. Poesias (Ou isto ou aquilo & inéditos), 1969
  42. Flor de Poemas, 1972
  43. Poesias completas, 1973
  44. Elegias, 1974
  45. Flores e Canções, 1979
  46. Poesia Completa, 1994
  47. Obra em Prosa - 6 Volumes - Rio de Janeiro, 1998
  48. Canção da Tarde no Campo, 2001
  49. Episódio humano, 2007


Teatro:
  1. 1947 - O jardim
  2. 1947 - Ás de ouros
Observação: "O vestido de plumas"; "As sombras do Rio"; "Espelho da ilusão"; "A dama de Iguchi" (texto inspirado no teatro Nô, arte tipicamente japonesa), e "O jogo das sombras" constam como sendo da biografada, mas não são conhecidas.


Outros:

1947 - Estréia "Auto do Menino Atrasado", direção de Olga Obry e Martim Gonçalves. música de Luis Cosme; marionetes, fantoches e sombras feitos pelos alunos do curso de teatro de bonecos.

1956/1964 - Gravação de poemas por Margarida Lopes de Almeida, Jograis de São Paulo e pela autora (Rio de Janeiro - Brasil)

1965 - Gravação de poemas pelo professor Cassiano Nunes (New York - USA).

1972 - Lançamento do filme "Os inconfidentes", direção de Joaquim Pedro de Andrade, argumento baseado em trechos de "O Romanceiro da Inconfidência".


quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Batom





O Baton é um cosmético usado para dar cor aos lábios. Com ou sem brilho, realça a boca e é disponível em várias cores e marcas, adequando-se a diversos gostos.





História
O costume de colorir os lábios tem raízes no Egito. As esposas dos Faraós adornavam-se com um intuito de ficarem mais belas, recorrendo sempre ao tom vermelho, sexualmente apelativo, pois os lábios femininos tornam-se mais vermelhos depois de as mulheres serem excitadas. Agora, pensar em maquiagem, é pensar em batoms. Durante toda a historia da humanidade, o batom foi considerado apenas como um instrumento de poder e manipulação.
Na Grécia, no século II, havia uma lei que impedia que as mulheres usassem batom antes do casamento. Na Espanha do século VI, só usavam batom mulheres das classes mais nobres. Em 1921, o batom ganhou o formato atual de estojo, e começou a ser comercializado em Paris. Miss Pearl Pugsley, nos Estados Unidos, aos 17 anos, foi notícia ao ter que retornar para casa, vinda do colégio, por utilizar batom. O batom se tornou objeto do desejo e o sucesso foi tamanho que em 1930 os batons dominaram o mercado americano e daí espalharam-se pelo mundo afora.

"Quando uma mulher perde o amante,
quando uma garota perde o emprego,
quando o médico dá a notícia fatal,
quando a sorte se manda, o jantar fracassa,
as dores do parto começam,
o escândalo vem a furo, a tempestade se desencadeia,
a outra mulher passa,
triunfante(...) um traço repentino de batom nos lábios quer dizer coragem"
Harper´s Bazaar 1946


– Faça o teste do batom e veja sua personalidade: Batom e personalidade


Origem: Wikipédia – spiner.com.br – Revista Isto É Gente

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

é Primavera...

Enfeite a vida...

sábado, 19 de setembro de 2009

Anjo do dia – 19 setembro

Anjos Cabalísticos - Haamiah

Anjo:
Haamiah corresponde ao Santo nome de Deus - Agla - (Deus em Trindade com o Uno). Invoca-se este nome divino para descobrir todos os tesouros e segredos da Terra, recitando o versículo 9 do salmo 90 (89 da bíblia cristã). Os cabalistas afirmam que este salmo protege contra os espíritos ignorantes primitivos.

Influência:
Quem nasce sob esta influência, servirá a Deus devido a sua grande inteligência e consciência adquirida através de estudos (como autodidata) e leituras diversas. Sua sabedoria será utilizada por Deus para a unificação de todas as religiões do mundo, que será então chamada de Universalista. Será simpático aos problemas de todas as pessoas, conseguindo até mesmo resolvê-los usando sua prodigiosa intuição. Defenderá calorosamente as liberdades individuais e lutará contra o preconceito. Terá grande facilidade em aceitar coisas que outras pessoas consideram surpreendentes ou incompreensíveis. Estabelecerá um padrão próprio para o amor, rejeitando o convencionalismo. Sente-se atraído por pessoas excêntricas e detesta cenas de ciúme ou de possessividade. Não gostará de nada precipitado, tão pouco de mudar os planos preestabelecidos. Lutará contra as pessoas más que cultuam a baixa magia. Defenderá Deus com a mais poderosa das armas - a verdade. Sua missão na Terra será elevar o ser humano.

Profissionalmente:
Terá vocação para os assuntos esotéricos. Será um grande legislador da ciência divina, um ótimo ritualista, possuidor de uma cultura esplêndida. Com muita magnitude, mostrará a verdade através dos ritos, celebrações ou no seu trabalho diário. Sua mente, que vai além das fronteiras, estará apta às pesquisas científicas. Se tiver oportunidades de estudo, será célebre por suas descobertas na área tecnológica ou nuclear, caso contrário, usará seus poderes de clarividência e telepatia para penetrar na fronteira do mundo oculto.

Anjo Contrário:
Incita ao erro, ao fanatismo, à irritação e à mentira. A pessoa sob a influência deste anjo contrário, poderá ir contra todos os princípios morais e religiosos fazendo pinturas sacrílegas. Será inflexível, não aceitará críticas e se julgará o único capaz de decidir sobre qualquer assunto.

Categoria: Potências
Príncipe: Camael
Protege os dias: 26/04 - 08/07 - 19/09 - 01/12 - 12/02
Número de sorte: 4
Mês de mudança: abril
Carta do tarô: A morte
Está presente na Terra: de 12:20h às 12:40h
Salmo: 90

Origem dos livros 'Anjos Cabalísticos' e 'A magia dos anjos cabalísticos' de Monica Buonfiglio

Querubim



São os guardadores dos registros sagrados e ajudam para que o plano divino seja cumprido. Dizem que são os guardiões da luz e das estrelas. Não confundir com os querubins crianças. Seu príncipe é Raziel, o Anjo dos mistérios. Reside em Chochmak, o império das idéias puras. É o príncipe do conhecimento e guardião de originalidade.




As pessoas que são da qualidade Querubins são extremamente emotivas (choram por qualquer coisa), têm sentimentos profundos e estáveis. Não sabem disfarçar quando não gostam de alguém. São:
  1. tímidos;
  2. generosos;
  3. carinhosos;
  4. amigos leais;
  5. sabem ouvir confidências com atenção;
  6. não tem apego ao dinheiro e gostam de usá-lo para ajudar as pessoas;
  7. forte caráter e senso estético;
  8. boa saúde;
  9. normalmente são do tipo "rechonchudos";
  10. ótimos pais e mães, é o melhor dos cônjuges;
  11. demoram um pouco para se casar, porque na adolescência sofreram um pouco pela interferência de regras moralistas ou tradicionais que os pais impuseram;
  12. adoram olhar para as pessoas quando estão na rua, o que pode incomodar quem os acompanha. Olham com curiosidade, como crianças e depois revelam seu bom humor, fazendo comentários engraçados;
  13. muito generosos, adoram presentear, mas não são bons para datas ou nomes;
  14. não gostam de horários e estão sempre atrasados.


Os Anjos que pertencem à qualidade Querubim são:



Origem: Net Love–tudo sobre anjo