
A igreja que virou casa
Nefertari a esposa do Grande Ramsés II (faraó do Egito). Não deparamos com familiaridade nem confidência romântica, mas um casal régio em toda a sua glória e majestade. Ramsés honrou Nefertari de maneira excepcional. Embora tenha vivido bem mais do que ela, e outras esposas tenha tido, foi ela a única rainha ligada ao reinado de Ramsés.
A imagem da flor de lótus simboliza elevação e expansão espiritual. Na maioria dos países da Ásia o lótus é considerado sagrado. Também é conhecida como lótus-egípcio, lótus-sagrado e lótus-da-índia, da família mesma família da vitória-régia, nativa do sudeste da Ásia (Japão, Filipinas e Índia).
de Rita Lee e Roberto de Carvalho
que engano! Os rótulos não dizem que seu corpo pode digerir cada um desses alimentos de forma diferente. O modo de preparo, a textura, a composição ou mesmo dúvidas sobre o método de contagem das calorias são capazes de diminuir ou aumentar a energia extraída da comida em até 50%. Quando Wilbur, fez suas contas e descobriu que carboidratos e proteínas geravam 4 quilocalorias (kcal) por grama e gorduras 9 kcal por grama, ele esqueceu de considerar que o corpo humano absorve cada tipo de alimento de forma diferente, e isso pode modificar esses números que aparecem nas embalagens, de cabeça para baixo.
O processamento e o cozimento dos alimentos aumentam em muito a energia da comida – em parte porque facilita a digestão, diz Richard Wrangham, antropólogo americano. Percebeu em seus estudos que os alimentos cozidos deram mais energia aos homens pré históricos, os ajudando na sobrevivência, na procriação e na estocagem de energia, suficiente para fazer o cérebro crescer. As suas experiências indicaram que se absorve 30% a 50% a mais de energia de um ovo cozido que de um ovo cru, e de 10% a 50% mais calorias quando comemos alimentos rígidos ou ricos em proteína cozidos. Acontece isso porque cozinhar facilita a quebra de moléculas e de nutrientes pelo organismo. Texturas macias parecem ter o mesmo efeito. "Mesmo quando as calorias são exatamente iguais, as comidas mais moles proporcionam mais ganho de peso" afirma o antropólogo. Testes feitos em ratos comprovaram que os que comeram comida mais macia engordaram 30% a mais que os outros. Eles comeram a mesma quantidade de calorias e foram submetidos aos mesmos exercícios físicos. A única diferença foi a dificuldade na mastigação e digestão.As tabelas de calorias continuarão a seguir o velho modelo implantado por Atwater no século XIX. E ainda bem distante da realidade.
A palavra bonsai, pode dividir em duas partes:
Diz-se que uma seita Zen introduziu os bonsais no Japão entre os séculos X e XIII. Foi onde se desenvolveram técnicas mais avançadas para moldar os ramos, os troncos e as raízes. Por ultimo, a introdução do bonsai na Europa proveio da exposição universal de Paris, celebrada em 1898, apesar de não ter sido muito popular até ao final da Segunda Guerra Mundial. O efeito artístico do bonsai depende em grande medida do bom uso que faz na poda, no pinçamento e na cablagem. Claro que não se deve descuidar nos aspectos essenciais como a rega, etc...
Na alta Idade Média, discutia-se sobre os Anjos interminavelmente. Tratados e súmulas eram organizados, e foram divididos em hierarquias tão rígidas quanto a dos senhores feudais. O sistema de classificação que acabou sendo seguido no Ocidente deriva de um livro publicado no século VI, escrito por Areopagita – um sírio que pretendia passar por Dionísio, discípulo de São Paulo. Apesar de usar desse artifício sua influência na Idade Média foi enorme, sendo que inclusive São Tomás e Dante Alighieri usaram sua classificação, tanto na súmula como na Divina Comédia. Esses 2 autores consolidaram a Hierarquia dos Anjos de uma vez por todas.
A flor-de-lis é uma figura heráldica(*) muito associada à monarquia francesa, particularmente, ligada com o Rei da França. Ela permanece extra-oficialmente um símbolo da França, assim como a águia napoleônica. Mas não tem sido usada oficialmente ao longo dos vários períodos republicanos por que atravessou este país.
Nome Científico: Sprekelia formosissima
"Que felicidade a nossa de poder conquistar o afeto de um povo inteiro. Não há nada mais preciosa, bem o compreendi, e nunca o esquecerei".
"Embora Deus já me tenha feito nascer no posto que hoje ocupo, não posso deixar de admirar as disposições da Providência escolhendo a mim, última dos vossos filhos, para o mais belo reino da Europa!"





Apesar de descender de uma das mais antigas e mais poderosas famílias nobres da Alemanha, Isabel e a sua família tinham uma vida bastante modesta quando comparada com os padrões reais. As crianças varriam o chão e arrumavam os seus próprios quartos enquanto a sua mãe confeccionava as suas roupas e as dos filhos. Durante a Guerra Austro-Prussiana, era frequente a Princesa Alice levar Isabel consigo quando visitava soldados feridos num hospital próximo. No meio deste ambiente relativamente feliz e seguro, Isabel cresceu rodeada de hábitos domésticos ingleses e o inglês tornou-se sua língua principal, assim como a dos seus irmãos. As crianças falavam inglês com a mãe e Alemão com o pai. «ao lado foto de Ella sentada com a irmã Mae nos braços, Irene, Ernesto, Alice(Alexandra da Rússia) e Vitória»
Eventualmente foi um Grão-Duque russo que conquistou o coração de Isabel. A tia-avó de Isabel, nascida em Hesse, era uma visita frequente no condado e, durante as suas visitas, era sempre acompanhada pelos seus filhos mais novos, Sergei e Paulo. Isabel conhecia os dois irmãos desde bebê, mas achava-os demasiado arrogantes e reservados. Sergei, particularmente, era um jovem calado, muito religioso e apaixonou-se por Isabel quando a viu pela primeira vez depois de muitos anos. Mais tarde ele pediu-lhe para casar com ele, mas, a principio, Isabel não se sentia apaixonada por ele. A opinião da Princesa mudou quando Sergei perdeu os seus pais no mesmo ano. Maria Feodorovna de Hesse morreu de doença e Alexandre II foi morto num atentado à bomba em São Petersburgo quando se encontrava a caminho de uma reunião que tornaria a Rússia numa monarquia constitucional.
A Grã-Duquesa Isabel converteu-se à Igreja Ortodoxa apenas dois anos depois do casamento, muito contra a vontade do seu pai. Quando o Grão-Duque de Hesse soube que o Czarevich Nicolau se tinha apaixonado pela sua filha mais nova, a Princesa Alice, ele recusou-se a permitir que outra filha sua abdicasse da sua fé luterana. A Rainha Vitória também não aprovava estas mudanças de religião e não gostava particularmente da ideia de ver a sua neta favorita noiva do herdeiro ao trono russo. Ela tinha-o achado charmoso, simples e natural quando ele visitara Windsor, mas ao mesmo tempo tinha ficado com a sensação de que ele tinha falta de estabilidade e não conseguia tomar decisões por si mesmo. O Imperador e a Imperatriz partilhavam a sua apreenção, mas por razões completamente diferentes, A Princesa Alice não tinha ficado muito bem vista quando visitara São Petersburgo. Alexandre III achou-a uma alemã típica e Maria Feodorovna ficou incomodada com a sua apatia, além disso ela queria ver o seu filho casado com a filha do conde de Paris e não via como aquela pequena Princesa de Hesse com um feitio tímido e quase hostil poderia ser uma boa esposa. Tal como o seu avô, Alexandre II, o Czarevich estava determinado a conseguir aquilo que queria. “O meu sonho é casar-me com a Alice de Hesse”, escreveu ele no seu diário no dia 21 de dezembro de 1889.
A alta sociedade de São Petersburgo nunca mais a voltou a ver. Só muito raramente Isabel visitava a irmã e a família em Czarskoe Selo e, em 1910, decidiu juntar-se definitivamente à Irmandade de Marta e Maria, doando todas as roupas e pedaços de joalharia que ainda lhe restavam. Não ficou nada, nem sequer com a aliança de casamento. “Este véu,” disse o Bispo Triphonius quando ela entrou no Convento, “vai-te esconder do mundo, e o mundo vai estar escondido de ti, mas vai ser uma testemunha dos teus bons trabalhos que irão brilhar perante Deus e glorificar o Senhor.” A sua nova vida era passada nos quartos pequenos do Convento, apenas mobilados com cadeiras brancas. Ela dormia numa cama de madeira sem colchão e com uma almofada dura. Queria sempre as tarefas mais difíceis, chegando a cuidar de 15 doentes na ala hospitalar sozinha e raramente dormia mais de três horas. Quando um paciente morria, ela passava a noite inteira junto dele (de acordo com a fé Ortodoxa) a rezar intermitentemente sobre o corpo morto.
Na Primavera de 1918, Lenin ordenou à Cheka que prendesse Isabel. Mais tarde ela seria exilada, primeiro em Perm e depois em Ekaterinburgo onde também se encontrava a sua irmã Alexandra e a sua família, mas nenhuma das duas sabia da presença da outra na cidade. Mais tarde ela iria juntar-se a outros membros da família Romanov como o Grão-Duque Sergei Mikhailovich, o Príncipe João Constantinovich, o Grão-Duque Constantino Constantinovich, o Grão-Duque Igor Constantinovich e Vladimir Pavlovich Paley. Com os membros da família vieram o secretário de Sergei, Feodor Remez e Varvara Yakovlena, uma freira da irmandade de Isabel. Todos eles foram levados para Alapaevsk no dia 20 de maio de 1918 onde foram presos na antiga Escola Napolnaya nos arredores da cidade. «ao lado Isabel(direita) com a irmã Alexandra e o cunhado czar Nicolau II»