sexta-feira, 3 de julho de 2009

Um anjo em minha vida

Ela nunca tentava falar, não dizia uma única palavra.
Muitas pessoas passavam por ela, mas nenhuma sequer lhe lançava um simples olhar, ninguém parava, inclusive eu.
No outro dia eu decidi voltar ao parque curiosa para ver se a pequena garota ainda estaria lá.
Exatamente no mesmo lugar aonde ela estava sentada no dia anterior, ela estava empoleirada no alto do banco com o olhar mais triste do mundo. Mas hoje eu não pude simplesmente passar ao largo, preocupada somente com meus afazeres. Ao contrário, eu me vi caminhando ao encontro dela. Pelo que todos sabemos, um parque cheio de pessoas estranhas não é um lugar adequado para crianças brincarem sozinhas. Quando eu comecei a me aproximar dela eu pude ver que as costas do seu vestido indicavam uma deformidade. Eu conclui que esta era a razão pela qual as pessoas simplesmente passavam e não faziam esforço algum em se importar com ela. Quando cheguei mais perto a garotinha lentamente baixou os olhos para evitar meu intenso olhar. Eu pude ver o contorno de suas costas mais claramente.
Ela era grotescamente corcunda. Eu sorri para lhe mostrar que eu estava bem e que estava lá para ajudar e conversar.

Eu me sentei ao lado dela e iniciei com um "olá". A garota reagiu chocada e balbuciou um "oi" após fixar intensamente meus olhos.
Eu sorri e ela timidamente sorriu de volta. Conversamos até o anoitecer e quando o parque já estava completamente vazio.
Todos tinham ido e estávamos sós. Eu perguntei porque a garotinha estava tão triste. Ela olhou para mim e me disse: "Porque eu sou diferente".
Eu imediatamente disse sorrindo:"Sim você é". A garotinha ficou ainda mais triste dizendo: "Eu sei".

"Garotinha", eu disse, "você me lembra um anjo, doce e inocente".

Ela olhou para mim e sorriu lentamente, levantou-se e disse "De verdade?"
"Sim querida, você é um pequeno anjo da guarda mandado para olhar todas estas pessoas que passam por aqui."
Ela acenou com a cabeça e disse sorrindo "sim", e com isto abriu suas asas e piscando os olhos falou: "eu sou seu anjo da guarda".
Eu fiquei sem palavras e certa de que estava tendo visões. Ela finalizou, "quando você deixou de pensar unicamente em você, meu trabalho aqui foi realizado".

Imediatamente eu me levantei e disse:

"Espere, porque então ninguém mais parou para ajudar um anjo?"
Ela olhou para mim e sorriu: "Você foi a única capaz de me ver" e desapareceu.
Com isto minha vida foi mudada drasticamente. Quando você pensar que está completamente só, lembre-se seu anjo está sempre tomando conta de você. O meu estava...
(não sei quem é o autor)

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Cílios Postiços




Longos cílios podem fazer seus olhos parecerem maiores, mais cheios. Por isso se inventou os cílios falsos (postiços), em vários estilos, cores e tamanhos. Colocá-los corretamente é a chave do segredo! para ninguém perceber que não são de verdade.





Ajustar os cílios
Se os cílios forem mais largos que seus olhos, corte de um lado. Você pode cortar os pêlos para fazer com que pareçam mais naturais. Eles devem ser mais curtos perto do canto do olho, e o comprimento dos cílios deve variar suavemente.

  1. passe cola de cílios no dorso da mão e passe o cílio postiço por ela,
  2. sopre suavemente para secar um pouco a cola, e aplique nos cílios,
  3. segure os cílios com um pegador, e cole o mais perto da sua linha de cílios naturais quanto possível,
  4. pressione dos dois lados e segure até que a cola seque (demora de 30 seg a 1 min),
  5. aplique uma máscara enquanto estiver pressionando os cílios falsos com os dedos. Isto irá mesclar os cílios falsos com os seus. Preencha os espaços entre os cílios falsos e os naturais com delineador.

  • Dicas
Cílios individuais são aplicados da mesma maneira. Corte os cílios para que variem de tamanho, com os mais próximos do canto do olho mais longos. Quando for aplicar, comece no canto de fora e vá colando para dentro.

Remova os cílios antes de ir dormir, usando o removedor fornecido com os cílios. Ou use um pano embebido com água morna e pressione-o sobre os cílios para amolecer a cola, ou vaselina para remover cílios mais teimosos. Não puxe com muita força, ou pode arrancar alguns de seus cílios de verdade junto.

Guarde os cílios na embalagem original, para que não deforme e possa reutilizar depois.

Compre cola para cílios na loja de cosméticos ou farmácia local. Use cola suficiente, para que não suba nos cílios, não prenda em seus cílios reais ou escorra para o olho.

Atenção!!
Se a cola cair nos olhos, remova os cílios imediatamente e lave os olhos. Seque bem e aplique novamente.

Origem: wikiHow

Imagine um anjo



Imagine...
que um Anjo de Deus está a seu lado neste momento... Silêncio...
Mantenha-te tranqüilo e pense em todos os problemas
que gostaria de solucionar.
Tudo que te angustia, que te faz chorar,
te oprime, te preocupa, te deixa triste.
Deixe de ter medo do futuro, de equivocar-se,
de escolher um caminho errado...
Pense agora em tudo isso...
Abra o seu coração e imagine entregando tudo isso a Deus.
Coloca suas mãos em posição de entrega.
Imagine entregando-o agora, como quem entrega
um saco bem pesado a outra pessoa para que o leve.
Agora, imagine tudo de bom que você quer que aconteça,
ou que já tenha acontecido na sua vida.
Momentos de felicidade, de amizade, de carinho, de paz, de amor.
Imagine colocando tudo isso em suas mãos,
e faça um gesto de estar guardando em seu coração,
como se guardasse uma jóia numa caixa.
Guarde esse tesouro bem dentro de você,
e dê "Graças", com muita fé, de coração.
Agradeça... por tudo de bom que virá
e por tudo de mal que irá embora.
Conte até três e respire bem fundo.
Agora...
imagine que o Anjo voou
e está levando as suas orações até Deus.
Como agradecimento, envie esta mensagem
a quem você acha que pode estar precisando de ajuda.
Inclusive para aquelas pessoas
que aparentemente estão maravilhosamente bem.
E que DEUS te abençoe... Hoje e Sempre!
«desconheço autoria»

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Simone de Beauvoir


Vivendo numa sociedade construída pelos homens e para eles, Simone alcançou um espaço valioso para a expressão da alma feminina. Sua vida apaixonante e desafiante é um ponto de partida para inúmeras reflexões sobre a condição das mulheres. Ela conseguiu inaugurar em escala mundial, um novo olhar sobre as mulheres:

  • «o nascimento do respeito pelo segundo sexo»


De família burguesa e católica, Simone Lucie-Ernestine-Marie-Bertrand de Beauvoir nasceu em Paris no dia 9 de janeiro de 1908. A mais velha de Georges (advogado parisiense bem nascido, culto, inteligente e de ascendência abastada) e de Françoise (filha de um banqueiro de Verdun). Simone viveu cercada de mimos e de amor pelos pais.

Do pai herdou o amor pela literatura e pelo teatro. Da mãe herdou o que significa "ser mulher" naquela época: encolher-se, ficar sempre de lado, censurar seus próprios desejos. Mas Simone insurgia-se frequentemente contra quaisquer imposições, demonstrando de pequena sua personalidade forte; se contrariada se debatia no chão, tinha acessos de cóleras explosivos até que sua vontade fosse cumprida. Quando Simone tinha 2 anos, nasce sua irmã que foi batizada de Poupette (em francês bonequinha). Família unida. Passavam todas as férias reunidos nas antigas casas dos avós paternos e maternos. Devido a Primeira Grande Guerra Mundial (1914) a grande maioria das famílias francesas faliram. E a família de Simone começou a passar por dificuldades e se mudaram para um apartamento menor, impossível ter privacidade, seus livros e sua solidão para refletir.

Com 15 anos passou a questionar a desigualdade dos sexos e a existência de Deus. Queria tornar-se escritora, a partir de suas próprias experiências. Concretizou em sua alma a imagem do homem ideal:
Eu queria que, entre marido e mulher, tudo fosse posto em comum; cada um deveria desempenhar perante o outro o papel de testemunha que eu atribuíra antes a Deus.

Sobre ele, Simone também escreveu:

Para existir para mim enquanto esperança, ele era, de imediato, o modelo do que eu desejava tornar-me; logo, era-me superior.

Preparou-se para o ingresso na Sorbone e foi admitida com 16 anos, quando iniciou o curso de Filosofia. Era muito introvertida e orgulhosa para fazer amizades fora de aulas, e passava dias e noites mergulhada nos estudos. Concluiu esplendidamente seu curso de Filosofia e Grego aos 20 anos. Recebeu um convite para lecionar, e passou a cursar Psicologia, formando-se sem dificuldades.

Simone sentia-se feminina, mas de um modo diferente, como disse sobre si mesma: "um coração de mulher num cérebro de homem", passou a se preocupar com a aparência, cuidando mais dos trajes e dos cabelos. Passou a frequentar a Biblioteca Nacional e deleitava-se ao se ver sentada entre pensadores, filósofos e cientistas – era esse o seu lugar. No restante do dia, ia aos cursos da agrégation na Sorbonne e na Escola Normal; a noite, lia romances ou saía para assistir aos novos espetáculos.

Voltando às aulas, conhecia todos os colegas, menos o grupo formado por:
  • Jean-Paul Sartre
  • Paul Nizan
  • André Herbaud
que não se davam com ninguém, além de não serem bem vistos. Certo dia encontrou-se com Herbaud, almoçaram juntos e tornaram-se amigos íntimos. Sartre queria conhecê-la e a convidou para ir no seu apartamento, Simone resplandeceu de alegria, pois era mútua a admiração. Ele se doava, conhecia em detalhes os pensamentos vanguardistas e Simone debatia com ele, perdendo sempre. Foi convidada a fazer parte daquele hermético grupo de "camaradinhas". Houve um encantamento mútuo.

Jean-Paul Sartre era parisiense e nascera em 21 de junho de 1905. Era baixinho, feio, talentoso e rebelde. Vivia com extraordinária liberdade e inquietude, sempre alerta, interessando-se por tudo, e não suportava pessoas afetadas.

Assim se tornaram companheiros no trabalho e na vida, por meio de um vínculo então incomum:
  • o respeito à individualidade e à liberdade de cada um.
Sartre propôs casamento em certa época, mas ela não via motivos para institucionalizar aquela forte e eterna relação.

Simone desenvolvia-se na literatura e na filosofia de cunho existencialista, feminista e autobiográfica, valendo-se também da ficção. Seu primeiro livro publicado não era feminista, mas um romance, A convidada (1943), em que criou personagens humanos e atuais, cujo tema era a exagerada permanência de uma jovem convidada por um casal, o que passa a gerar ciúmes na mulher, nessa obra, ela trata da árdua relação de uma consciência com outra. Esse livro foi inspirado na sua vivência com Sartre e uma jovem estudante, que se tornara amiga íntima de ambos. Escreveria ainda:
  1. O sangue dos outros (1944)
  2. As bocas inúteis (1945)
  3. Todos os homens são mortais (1947)
  4. Por uma moral da ambiguidade (1947) um dos seus livros mais importantes
  5. O segundo sexo (1949)
  6. Os mandarins, que recebera em 1954 o prêmio Goncourt
  7. A longa marcha (1957)
  8. Memórias de uma moça bem comportada (1958)
  9. A forca da idade (1960)
  10. A força das coisas (1963)

Sobre as mulheres em O segundo sexo ela escreve neste trecho do livro:
Se a função da fêmea não basta para definir a mulher, se nos recusarmos a explicá-la pelo "eterno feminino" e se, no entanto, admitimos, ainda que provisoriamente, que há mulheres na Terra, teremos que formular a pergunta: que é uma mulher?
Simone nos convida a refletir apaixonadamente sobre o fato de que a mulher é inferiorizada pela sua própria situação: ela não tem passado, não tem histórico nem sequer religião própria, uma vez que nunca mostrou sua voz na História. A sua solução é que mulher e homem se reconheçam como semelhantes, atingindo juntos a liberdade.

Jean-Paul Sartre morre vítima de ataque cardíaco em 1980, e Simone sofre a perda irreparável de sua alma gêmea e escreve em sua homenagem a obra A cerimônia do adeus, um ano mais tarde.




Simone de Beavouir morre em Paris dia 14 de abril de 1986, aos 78 anos, e seu corpo está enterrado ao lado do companheiro de vida Jean-Paul Sartre, no célebre cemitério de Montparnasse.






Origem: do livro 'Mulheres que mudaram o mundo' de Gabriel Chalita

Felicidade


A felicidade de se viver!

sábado, 27 de junho de 2009

Horóscopo das flores – Tulipa

Tulipa – 24 de setembro a 18 de outubro


É uma flor de origem turca que virou mania na Europa no século XVI e tornou-se símbolo da Holanda. Seu nome vem da palavra "tulipan", que significa turbante. É o signo das estrelas, dos artistas. Quem é Tulipa tem tudo para conquistar fama e notoriedade. Sua semente foi plantada aqui na Terra para trazer alegria e divertimento.

Horóscopo das flores – Crisântemo

Crisântemo – 1 de junho a 23 de junho

Quem nasce sob o signo de Crisântemo passa alegria aos olhos e prima pela organização, o equilíbrio e a justiça. Tudo o que realiza é espontâneo. Seu emblema é a simplicidade. Flor símbolo do Japão, era usada para
forrar o trono do imperador. Está associada
às idéias de longevidade e imortalidade. Seu nome originou-se das palavras gregas chysos (ouro) e anthemon (flor), pois a primeira espécie cultivada era amarela. Representa a beleza e a perfeição.

Horóscopo das flores – Violeta

Violeta – 24 de junho a 11 de julho


É a flor da modéstia. Quem nasce neste período, está sempre realizando grandes ações, sem esperar nada em troca. Carrega consigo sensibilidade, timidez e tenacidade. É aquela pessoa que encontra o equilíbrio entre os sentidos e o espírito, a paixão e a inteligência, o amor e a sabedoria. O verdadeiro papel da Violeta é o da mediação. Os seres marcados por esse signo também gozam de tranqüilidade e paz espiritual.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Alegria


Sorria o mundo ainda é lindo, e a alegria voltou a reinar!

terça-feira, 23 de junho de 2009

Flores e cores

Presentear com flores, mostra carinho, consideração, agrado, amor e todos bons sentimentos que temos dentro de nós. Desde a antiguidade se convencionou criar simbolismos para flores específicas. Existem variações para essa simbologia, mas as mais comuns são:

Alstroemeria – felicidade
Amarílis – orgulho
Camélia – beleza perfeita
Cravo – distinção, paixão feminina
Crisântemo – bons votos
Gardênia – juventude e jovialidade
Girassol – altivez
Jasmim – graça e elegância
Lírio – pureza
Margarida – inocência
Narciso – vaidade
Orquídea – beleza
Rosa – amor
Tulipa – declaração de amor
Violeta – fidelidade, modéstia

Sobre as cores
Eternos símbolos do amor, as rosas,  tem na cor de suas pétalas mensagens próprias: 
  • vermelhas – simbolizam as emoções apaixonadas, 
  • cor-de-rosa – ligadas aos amores sublimes, 
  • brancas – amor puro e incondicional, 
  • amarelas – são misteriosas, uns dizem que simbolizam o ciúme, enquanto outros afirmam que estão ligadas aos amores afortunados

"sempre fica o perfume nas mãos que oferecem flores"



                         lírio                                                          margarida

domingo, 21 de junho de 2009

Presente


Sempre fica o perfume nas mãos que oferecem flores!

sábado, 20 de junho de 2009

A "dalit" Meira Kumar

Nova Délhi, 3 jun (EFE)  
A "dalit" (intocável) indiana Meira Kumar, de 64 anos, se transformou na primeira mulher a presidir a Câmara Baixa da Índia, após receber o voto unânime dos deputados que a compõem.

Kumar foi indicada pela presidente do governante Partido do Congresso, Sonia Gandhi, e também obteve o apoio dos deputados opositores.

"Esta é uma ocasião histórica", disse o primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh, ao dar as boas-vindas a Kumar pouco depois de ela tomar posse de seu cargo.

Meira Kumar é filha do herói da independência e ex-vice-primeiro-ministro Jagjivan Ram, Kumar entrou na vida política aos 22 anos como presidente de um comitê de combate à seca, e depois foi diplomata nas embaixadas da Espanha, Reino Unido e Mauricio. Abandonou o corpo diplomático para defender a causa dos intocáveis (dalit – a comunidade excluída do sistema hindu de castas) e obteve uma cadeira parlamentar pela primeira vez no ano 1985. Atualmente é deputada pelo mesmo distrito no qual concorria seu pai, Sasaram, situado na empobrecida região norte de Bihar.

A nova presidente da Câmara Baixa já foi ministra da Justiça Social durante a legislatura anterior, e após o recente pleito Manmohan Singh (primeiro-ministro) a tinha colocado à frente do Ministério de Recursos Aquáticos, um posto do qual ela já renunciou.

A nomeação de Kumar é um ato simbólico do Partido do Congresso para fortalecer a presença feminina nas instituições políticas da Índia, onde 484 dos 543 deputados são homens. (EFE daa/mh)

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Filhos

Uma mulher que levava uma criança nos braços, propôs a Gibran:
"Mestre, falemos dos filhos"

E ele respondeu:

Seus filhos não são seus filhos.
São os filhos e as filhas dos desejos que a vida tem de si mesma.
Vem através de vocês, mas não são de vocês e, ainda que vivam com vocês, não lhes pertencem.
Podem dar-lhes seu amor, mas não seus pensamentos, pois eles têm seus próprios pensamentos.
Podem abrigar seus corpos, mas não suas almas, porque suas almas moram na casa do amanhã, que nem mesmo em sonhos lhes será permitido visitar.
Podem empenhar-se para ser como eles, mas não tentem fazer como vocês fizeram, porque a vida não anda para trás, nem se detém no ontem.
Vocês são o arco por meio do qual seus filhos são disparados como flechas vivas.
O arqueiro vê o alvo sobre o caminho do infinito e dobra o arco com toda a força, a fim de que suas flechas partam velozes e para muito longe.
Que o fato de estarem nas mãos do arqueiro seja para suas felicidades, porque, assim como ele ama a flecha que dispara, também o arco que permanece firme.
Por isto vocês tiveram a liberdade de amar e a oportunidade de viver e fazerem suas vidas.
Deixem que seus filhos voem sós de seus ninhos quando chegar a hora e não lhes reclamem para que voltem.
Eles os quererão para sempre e terão também seus lares, nos quais, algum dia, ficarão sós, porém terão tido seus lares e suas vidas. Deixem-nos livres.
Amem-nos com liberdade, não apaguem o fogo de suas vidas.
Vivam e deixem viver, assim eles os quererão sempre.

Gibran Khalil Gibranilustre poeta libanês, filósofo e artista. Nasceu em 1883 3 morreu em 1931. Sua forma e sua influência se derramaram por todo o mundo. Suas reflexões e sua poesia foram traduzidas para mais de 20 idiomas, e seus desenhos e pinturas são expostos em grandes cidades do mundo.

sábado, 30 de maio de 2009

Horóscopo das flores – Orquídea

Orquídea – 13 dezembro a 5 janeiro

Na China antiga, as orquídeas eram associadas às festas da primavera. As pessoas que são regidas por este signo irradiam alegria e felicidade. Elas possuem uma pureza espiritual, que transmite paz e harmonia. A flor também está associada à fertilidade. Assim, quem é Orquídea, é
capaz de produzir com extrema facilidade. A criação faz parte da sua natureza. Não há por que ficar preso na terra. Não gostam da rotina, do senso comum, da mediocridade, seu mundo é o da imaginação.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Um canto na casa....






Achei esse canto super aconchegante e prático, para um escritório e uma pequena biblioteca. Esse projeto foi feito por Renata Bartolomeu, para um apartamento de pequena dimensão.

Horóscopo das flores – Rosa

Rosa – 29 de agosto a 23 de setembro

A rainha das flores evoca o espírito de liderança e organização. As pessoas do signo de Rosa nasceram para comandar e não, para serem comandadas. Elas usam os espinhos como escudo para enfrentar as batalhas da vida. Uma das virtudes é não mostrar suas fraquezas. Por outro lado, a origem da rosa remonta ao mito de Adônis. Do sangue do amado de Afrodite (Vênus) teriam brotado as primeiras rosas vermelhas. Assim, quem é Rosa, também é apaixonado pela vida. Não desiste nunca, mesmo nos momentos mais difíceis. Acredita que sempre é possível plantar uma nova semente e renascer.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Horóscopo das flores – Papoula

Papoula – 11 de maio a 31 de maio

A Papoula representa a terra. Quem nasce sob o seu signo, traça um caminho e corre atrás dos seus objetivos pessoais e profissionais, sempre em busca do novo. Na verdade, quem é Papoula, vive a sua vida e sabe ficar quieto no seu canto. Sua palavra é a independência. Na Rússia, permanecer uma Papoula significa ficar sozinho ou solteiro. Este signo também está fortemente ligado ao sono e ao esquecimento.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Clarice Lispector

quadro feito por De Chirico


"Eu escrevo sem esperança de que o que eu escrevo altere qualquer coisa. Não altera em nada... Porque no fundo a gente não está querendo alterar as coisas. A gente está querendo desabrochar de um modo ou de outro..."

"Ela acreditava em anjo e, porque acreditava, eles existiam"



Clarice Lispector nasce em Tchetchelnik, na Ucrânia, no dia 10 de dezembro 1920, tendo recebido o nome de Haia Lispector, terceira filha de Pinkouss e de Mania Lispector.

Seu pai consegue, em Bucareste, um passaporte para toda a família no consulado da Rússia. Era fevereiro 1922, quando foram para a Alemanha e, no porto de Hamburgo, embarcam no navio "Cuyaba" com destino ao Brasil. Chegam a Maceió em março 1922, sendo recebidos por Zaina, irmã de Mania, e seu marido e primo José Rabin, que viabilizara a entrada da família no Brasil mediante uma "carta de chamada". Por iniciativa de seu pai, à exceção de Tania(irmã), todos mudam de nome: o pai passa a se chamar Pedro; Mania(mãe) Marieta; Elisa(irmã); e Haia em Clarice. Pedro passa a trabalhar com Rabin, já um próspero comerciante.

Morre a mãe de Clarice no dia 21 de setembro 1930. Nessa época, com nove anos, matricula-se no Collegio Hebreo-Idisch-Brasileiro, onde termina o terceiro ano primário. Estuda piano, hebraico e iídiche. Uma ida ao teatro a inspira e ela escreve "Pobre menina rica", peça em três atos, cujos originais foram perdidos. Seu pai resolve adotar a nacionalidade brasileira.

Pedro, pai de Clarice, em Dezembro de 1934, decide transferir-se para a cidade do Rio de Janeiro. Viaja em companhia de sua irmã Tania e de seu pai, na terceira classe do vapor inglês "Highland Monarch". Vão morar numa casa alugada perto do Campo de São Cristóvão. Ainda nesse ano, mudam-se para uma casa na Tijuca, na rua Mariz e Barros. No colégio Sílvio Leite, na mesma rua de sua casa, cursa o quarta série ginasial. Lê romances adocicados, próprios para sua idade.

Inicia seus estudos na Faculdade Nacional de Direito em 1939. Faz traduções de textos científicos para revistas em um laboratório onde trabalha como secretária. Trabalha, também como secretária, em um escritório de advocacia.

Casa-se em 1943 com o colega de faculdade Maury Gurgel Valente e termina o curso de Direito. Seu marido, por concurso, ingressa na carreira diplomática.

Nascimento do primeiro, filho Pedro, ocorrido em 10 de setembro 1948.

Em 10 de fevereiro 1953, nasce Paulo, seu segundo filho.

Separa-se do marido e, em julho 1959, regressa ao Brasil com seus filhos.

Na madrugada de 14 de setembro de 1966 dorme com um cigarro aceso , provocando um incêndio. Seu quarto ficou totalmente destruído. Com inúmeras queimaduras pelo corpo, passou três dias sob o risco de morte — e dois meses hospitalizada. Quase tem sua mão direita — a mais afetada — amputada pelos médicos. O acidente mudaria em definitivo a vida de Clarice.

Clarice morre, no Rio, no dia 9 de dezembro de 1977, um dia antes do seu 57° aniversário vitimada por uma súbita obstrução intestinal, de origem desconhecida que, depois, veio-se a saber, ter sido motivada por um adenocarcinoma de ovário irreversível. O enterro aconteceu no Cemitério Comunal Israelita, no bairro do Caju, no dia 11.

Algumas obras de Clarice:

Romances
  • Perto do Coração Selvagem (1944)
  • O Lustre (1946)
  • A Cidade Sitiada (1949)
  • A Maçã no Escuro (1961)
  • A Paixão segundo G.H. (1964)
  • Uma Aprendizagem ou o Livro dos Prazeres (1969)
  • Água Viva (1973)
  • A Hora da Estrela (1977)
  • Um Sopro de Vida (pulsações) (1978)
Contos
  • Alguns Contos (1952)
  • Laços de Família (1960)
  • A Legião Estrangeira (1964)
  • Felicidade Clandestina (1971)
  • A Imitação da Rosa (1973)
  • A Via Crucis do Corpo (1974)
  • Onde Estivestes de Noite (1974)

"Ao mesmo tempo que ousava desvelar as profundezas de sua alma em seus escritos, Clarice Lispector costumava evitar declarações excessivamente íntimas nas entrevistas que concedia, tendo afirmado mais de uma vez que jamais escreveria uma autobiografia. Contudo, nas crônicas que publicou no Jornal do Brasil entre 1967 e 1973, deixou escapar de tempos em tempos confissões que, devidamente pinçadas, permitem compor um auto-retrato bastante acurado, ainda que parcial. Isto porque Clarice por inteiro só os verdadeiramente íntimos conheceram e, ainda assim, com detalhes ciosamente protegidos por zonas de sombra. A verdade é que a escritora, que reconhecia com espanto ser um mistério para si mesma, continuará sendo um mistério para seus admiradores." (Pedro Karp Vasquez)

fontes: Wikipédia
tvcultura.com.br
claricelispector.com.br
releituras.com


domingo, 17 de maio de 2009

Para uma vida melhor



Ame os animais, tenha um bichinho de estimação. Veja como isso lhe traz satisfação, alegria, muito amor e dedicação. Ele lhe mostrará o que é o puro amor, a pura troca de sentimentos. Esta é a minha paixão, Babalu, tem 11 anos, uma poodle preta, que me ensinou um novo tipo de amor, mas muito parecido com o amor de mãe para filho, é o que eu sinto por ela.

domingo, 10 de maio de 2009

Rainha Sedução – Cleópatra


Desde que nasceu foi-lhe ensinado que toda a sabedoria e toda a beleza vêm de Atenas. Cultivou com dedicação a ambas: sabedoria e beleza.

Venerava o Museion, a maior biblioteca do mundo, a de Serapis – que guardava centenas de milhares de rolos de papiros. Os filósofos do Museion fizeram-na saber que algo se erguia acima da coroa e do ouro:


"orgulho de um rei pode ser mais belo que o poder"

Ela, cujo senso de realeza ergueu-a tão alto entre os demais, jovem rainha do delta do Nilo.

Rainha do mais antigo sangue, da dinastia mais brilhante, mulher grega, ela, a sétima rainha do Egito. Em 250 anos, treze Ptolomeus tinham-se sucedidos uns aos outros. Senhora de tesouros fabulosos, acumulados em três séculos, sua corte era rival das cortes dos antigos faraós. Mulher que reunia em si todas as antíteses de seu sexo:
  • valente
  • inventiva
  • ousada
  • astuciosa
  • mansa
  • implacável

Diante do venerado César, um escravo depositara um tapete precioso, presente do rei Ptolomeu, foi desenrolado. César estupefato, ergue a graciosa deusa, sedução e inteligente, ousadia e imaginação, e a mais bela boca que jamais vira. Boca delgada e imperiosa, e olhos negros pro-jetando um olhar de falcão.

Um abraço, desencadeando denso êxtase nos corpos, reuniu o maior general e a mulher mais extraordinária de seu tempo. Seus anseios não tiveram limites, e foi mãe de Cesarion, filho de César, descendente de Vênus, como ele gostava de afirmar. Ela que não sucumbiu ao cruel assassinato de César, o homem que amava, mas se forçou a ser a caçadora, a amazona, a mãe. Embora cheia de dúvidas, pensando só no filho, retirou-se para sua pátria.

Acalentando o seu antigo sonho, o sonho de Alexandre, em unir Oriente e Ocidente, na segurança do Egito, seduziu Marco Antônio, que tinha metade do Império Romano em suas mãos, naqueles dias de triunvirato. A seu encontro navegou, em galera cuja popa era de ouro, as velas de prata. Música de flautas e harpas, banquetes servidos em baixelas de ouro, ela, Afrodite, reinando absoluta. Outro par excepcional, vigor e beleza, impetuosidade e refinamento, se unira. Ela mulher amorosa, dá a luz gêmeos, um menino e uma menina. Enfrentou solidão, conspirações, mas reinou soberana. Amadurecida, substituiu suas anteriores pretensões divinas por planos humanos.

Depois do apogeu, o destino comandou seu declínio. Com indômita coragem enfrentou-o. Tomada de presságios, escutou o coro das vozes funestas, intuindo a hora trágica. Guerras, derrotas, mais guerras, o amado, agora um vencido, suicidou-se.

Rainha, Ela, que tinha sua estátua em Roma, no templo de Vênus, e em Atenas, no Paternon, tornara-se a encarnação da velha competição entre Atenas e Roma.

A Rainha preparou-se, em seu mausoléu, acompanhada de suas duas escravas fiéis. Tomou um banho, ornamentou-se com suas jóias, na cabeça a coroa dupla do Egito. Depois de servir-se de iguarias, sorveu o vinho doce. Teria pensado em Cesarion, o filho amado? Estendeu o braço para a serpente... e recebeu a morte.

"Ísis, a Afrodite egípcia, a dupla coroa de seu pai na cabeça, a serpente de ouro erecta em sua testa, carregada de ouro e de prata, imóvel como as imagens dos deuses nas paredes dos templos egípcios como, quinze séculos antes, as rainhas dos faraós se mostravam, nos resplandescentes trajos de Ísis. Ela sentou-se sozinha, pois nesse dia era uma deusa."

Fonte: livro 'Elas Mulheres que marcaram a humanidade' de Lúcia Pimentel Góes

terça-feira, 5 de maio de 2009

Horóscopo das flores – Amor Perfeito

Amor Perfeito – 21 abril a 10 maio


Quando um homem enviava um vaso de amores-perfeitos para uma mulher, queria dizer que a sua amada não lhe saía da cabeça. A flor designa o pensamento masculino. É o signo de quem gosta de refletir sobre todos os aspectos da vida. É uma pessoa que tem uma enorme facilidade para libertar a mente, meditar e contatar Deus. O verdadeiro Amor-perfeito é aquele que consegue se desprender do mundo material.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Visita de seu anjo

Só passei para saber ...
da sua saúde esperando
sempre que esteja bem,
da sua casa rezando
para que esteja em Paz,
da sua família esperando
que esteja em harmonia,
de seu trabalho desejando
um enorme progresso,
dos seus problemas mais bobos
almejando uma solução,
das suas finanças aspirando
que você prospere,
da sua vida sentimental torcendo
para que tenha um amor,
das suas preocupações pedindo a
DEUS que você encontre tranqüilidade,
se você se sente só tomara
que perceba que estou sempre aqui,
se sente em total abandono quero
que encontre apoio na FÉ,
Só passei para te desejar
Bom dia...
Boa tarde...
Boa noite....
E para que saiba que estará
sempre acompanhado (a)
pelo bom pensamento desse anjo,
E se ainda assim tudo lhe parecer escuro
e você sentir que nada posso fazer,
Saiba assim mesmo que sempre
rezarei por você!
até sempre.....
«Seu Anjo da Guarda»

(não sei quem é o autor)

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Receita de Mulher


As muito feias que me perdoem
Mas beleza é fundamental. É preciso
Que haja qualquer coisa de flor em tudo isso
Qualquer coisa de dança, qualquer coisa de haute couture
Em tudo isso (ou então
Que a mulher se socialize elegantemente em azul, como na República Popular Chinesa).
Não há meio-termo possível. É preciso
Que tudo isso seja belo. É preciso que súbito
Tenha-se a impressão de ver uma garça apenas pousada e que um rosto
Adquira de vez em quando essa cor só encontrável no terceiro minuto da aurora.
É preciso que tudo isso seja sem ser, mas que se reflita e desabroche
No olhar dos homens. É preciso, é absolutamente preciso
Que seja tudo belo e inesperado. É preciso que umas pálpebras cerradas
Lembrem um verso de Éluard e que se acaricie nuns braços
Alguma coisa além da carne: que se os toque
Como o âmbar de uma tarde. Ah, deixai-me dizer-vos
Que é preciso que a mulher que ali está como a corola ante o pássaro
Seja bela ou tenha pelo menos um rosto que lembre um templo e
Seja leve como um resto de nuvem: mas que seja uma nuvem
Com olhos e nádegas. Nádegas é importantíssimo. Olhos, então
Nem se fala, que olhem com certa maldade inocente. Uma boca
Fresca (nunca úmida!) é também de extrema pertinência.
É preciso que as extremidades sejam magras; que uns ossos
Despontem, sobretudo a rótula no cruzar as pernas, e as pontas pélvicas
No enlaçar de uma cintura semovente.
Gravíssimo é porém o problema das saboneteiras: uma mulher sem saboneteiras
É como um rio sem pontes. Indispensável
Que haja uma hipótese de barriguinha, e em seguida
A mulher se alteia em cálice, e que seus seios
Sejam uma expressão greco-romana, mais que gótica ou barroca
E possam iluminar o escuro com uma capacidade mínima de cinco velas.
Sobremodo pertinaz é estarem a caveira e a coluna vertebal
Levemente à mostra; e que exista um grande latifúndio dorsal!
Os membros que terminem como hastes, mas bem haja um certo volume de coxas
E que elas sejam lisas, lisas como a pétala e cobertas de suavíssima penugem
No entanto sensível à carícia em sentido contrário.
É aconselhável na axila uma doce relva com aroma próprio
Apenas sensível (um mínimo de produtos farmacêuticos!)
Preferíveis sem dúvida os pescoços longos
De forma que a cabeça dê por vezes a impressão
De nada ter a ver com o corpo, e a mulher não lembre
Flores sem mistério. Pés e mãos devem conter elementos góticos
Discretos. A pele deve ser fresca nas mãos, nos braços, no dorso e na face
Mas que as concavidades e reentrâncias tenham uma temperatura nunca inferior
A 37º centígrados, podendo eventualmente provocar queimaduras
Do primeiro grau. Os olhos, que sejam de preferência grandes
E de rotação pelo menos tão lenta quanto a da terra; e
Que se coloquem sempre para lá de um invisível muro de paixão
Que é preciso ultrapassar. Que a mulher seja em princípio alta
Ou, caso baixa, que tenha a atitude mental dos altos píncaros.
Ah, que a mulher dê sempre a impressão de que se se fechar os olhos
Ao abri-los ela não mais estará presente
Com seu sorriso e suas tramas. Que ela surja, não venha; parta, não vá
E que possua uma certa capacidade de emudecer subitamente e nos fazer beber
O fel da dúvida. Oh, sobretudo
Que ela não perca nunca, não importa em que mundo
Não importa em que circunstâncias, a sua infinita volubilidade
De pássaro; e que acariciada no fundo de si mesma
Transforme-se em fera sem perder sua graça de ave; e que exale sempre
O impossível perfume; e destile sempre
O embriagante mel; e cante sempre o inaudível canto
Da sua combustão; e não deixe de ser nunca a eterna dançarina
Do efêmero; e em sua incalculável imperfeição
Constitua a coisa mais bela e mais perfeita de toda a criação inumerável.
Vinícius de Moraes

domingo, 26 de abril de 2009

Organize sua biblioteca

Faça uma biblioteca em sua casa. Quem reúne livros coloca nas prateleiras também as fases da sua própria vida. Uma estante repleta de livros costuma ser uma espécie de biografia do dono daqueles volumes todos. Uma biblioteca pode dizer mais sobre o dono que um livro sobre seu autor.

O mais importante, para bibliotecas de todos os tamanhos, é a organização. Há um lema na biblioteconomia que diz: "se você não consegue encontrar uma coisa, é como se ela não existisse". Hoje há vários programas gratuitos na internet. Mas também pode optar por uma forma mais simples de fazer seu catálogo, usando apenas um editor de texto comum.

Para muita gente, organizar a própria biblioteca pode ser um trabalho delicioso, e portanto, intransferível. Mesmo porque os critérios de organização de um acervo doméstico só precisam fazer sentido para o dono.

– Dicas para aproveitar melhor seu espaço:

Organizar
Ao planejar sua biblioteca, lembre-se de deixar espaços vagos nas estantes para novos livros (decore as lacunas com objetos de arte ou porta retratos). Para calcular o tamanho das prateleiras, tenha em mente que cada metro comporta cerca de 40 exemplares de 100 páginas – livros de arte e fotografia podem ter o dobro da altura e da largura. Agrupe os livros por temas – e dentro de cada assunto, em ordem alfabética, pelo título ou nome do autor, ou como preferir.

Catalogar
Há programas de catalogação que podem ser baixados de graça da internet, mas é possível fazer seus registros usando apenas um editor de texto comum. Além do autor, do título e do assunto, você pode caprichar numa sinopse, elaborar critérios pessoais de classificação, incluir a cor da lombada (para facilitar a busca na estante) e ainda registrar quando a obra está emprestada. Um bom resultado também é fazer um blog com seus livros e deixar que todos também os conheçam. Exemplo: Minha Biblioteca

Cuidar
Os livros devem ser armazenados na vertical, como nas livrarias. Para não inclinarem nas prateleiras, use suportes de canto, encontrados em papelarias. Se possível opte por prateleiras metálicas abertas – as de madeira podem ser atacadas por insetos. Para limpar, use um pano seco: a umidade favorece a proliferação de fungos. A biblioteca doméstica deve ser um ambiente frequentado. Vez ou outra, tire um volume da estante para respirar e dê uma folheada.

Fonte: Revista Vida Simples – out 2008 – Edição 71

sábado, 25 de abril de 2009

Horóscopo das flores – Gérbera

Gérbera – 22 de março a 20 de abril


A Gérbera representa a inocência da criança. Quem nasce sob o signo de Gérbera é delicado, sensível e amoroso. Uma pessoa bela em todos os sentidos. Espécie exótica e cheia de variedades, tem a vida regada por seus sentimentos. Umas são quietas e conquistam seu espaço com apenas um olhar e um sorriso, enquanto outras são mais extravagantes e comunicativas. Em comum, elas têm a sensibilidade.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Só queria ser um anjo

Eu queria realmente ser um anjo!
Ser o anjo que vela, o anjo que guarda, o anjo que protege...
Quebrar todas as barreiras e ser apenas um anjo.
Mas não é permitido a um anjo,
amar uma única pessoa;
Seu amor não pode ser exclusivo;
Seu amor deve ser extensivo...
Não é permitido a um anjo
Chorar por todas as pessoas;
Seu pranto é exclusivo.
Que anjo eu posso ser? Que amor eu poderei dar?
Que olhos irão me ver? A quem eu irei amar?
Eu queria tanto ser um anjo!
Ter a bondade nas faces, a sabedoria no olhar;
Saber sorrir, saber confortar.
Saber entender aos aflitos, saber ensinar;
Ir ao encontro de todos...
Um anjo qualquer! Um anjo comum!
Atender as preces dos necessitados;
Atender a procura de afeto de uma criança;
Um anjo que aprende com a dor;
Um anjo que aprende com o amor...
Beijar a face daquele que suplica;
E serenar a raiva do inimigo cruel.
Por fim, eu queria ser um anjo...
E poder quebrar todas as regras celestiais;
Sentir o amor único e exclusivo;
E chorar por todos os demais...

"Eu queria somente ser um anjo!"


(não sei quem é o autor)

sábado, 11 de abril de 2009

Encomenda



Desejo uma fotografia
como esta - o senhor vê? - como esta:
em que para sempre me ria
como um vestido de eterna festa.

Como tenho a testa sombria,
derrame luz na minha testa.
Deixe esta ruga, que me empresta
um certo ar de sabedoria.

Não meta fundos de floresta
nem de arbitrária fantasia…
Não… Neste espaço que ainda resta,
ponha uma cadeira vazia.
(Cecília Meireles)

quarta-feira, 25 de março de 2009

O que é um anjo?



Anjo (do latim angelu e do grego ággelos, mensageiro), segundo a tradição judaico-cristã, é uma criatura celestial que, na generalidade, a maioria dos crentes das religiões fundadas na revelação bíblica acredita ser superior aos homens e serve como ajudante ou mensageiro de Deus.



Na iconografia comum, os anjos geralmente têm asas brancas de pássaro e uma auréola. São donos de uma beleza delicada e de um forte brilho, por serem constituídos de energia, e por vezes são representados como uma criança, por terem inocência e virtude. Possuem influência sobre todo o plano orgânico e elemental, sendo assim eles têm como uma de suas missões, ajudar a humanidade em seu processo de evolução.

A palavra anjo deriva do latim, angelu, e do grego, ággelos (ἄγγελος), com o significado de mensageiro. Segundo a tradição católica, são citados apenas três Arcanjos dos quais se saberia o nome:
  1. São Miguel (Quem como Deus),
  2. São Rafael (Deus Cura), e
  3. São Gabriel.
Os demais seriam invenção do povo, bem ou mau intecionado. Afirma ainda que os Anjos não possuem maneiras de conhecer o futuro, possuindo sim uma inteligência muito mais desenvolvida que a nossa, podendo "prever" eventos que fisicamente poderão acontecer, visto que conhecem com precisão todas as regras físicas, como gravidade, densidade, velocidade etc.

Dentro do Cristianismo Esotérico e da Cabala, são chamados de "anjos" os espíritos num grau de evolução imediatamente superior ao do homem e imediatamente inferior ao dos arcanjos.

sábado, 21 de março de 2009

Os Miseráveis

de Victor Hugo
Editora Cosac Naify - romance

Edição comemorativa do bicentenário de Victor Hugo (1802-1885). Um panorama completo de Paris e da França em meados do século XIX, a obra é um patrimônio cultural da humanidade, narrada numa linguagem que significa 'a Revolução Francesa na literatura'. O fio condutor é o personagem de Jean Valjean. Por ter roubado um pão para alimentar a família, ele é preso e passa 19 anos na prisão. Solto e tomado de ódio por causa da rejeição social que experimenta, é acolhido por uma noite por um bispo. O encontro transforma radicalmente sua vida e, após mudar de nome, Valjean prospera como negociante de vidrilhos, até que nova reviravolta o reconduz à prisão.  (site da Livraria Cultura)

quarta-feira, 18 de março de 2009

Filae o último Templo pagão

de Christian Jacq
Editora Bertrand Brasil - romance

Este livro nos oferece um texto repleto de poesia e da quietude dos séculos, e tem uma característica prodigiosa: devolve-nos, através de uma atmosfera envolvente, a tranquilidade de uma existência simples e profunda, rodeada de água e luz, num contato carnal e espiritual com a natureza, num templo esquecido do mundo, ausente de sentimentos de egoísmo e competição. Como se nos recuperássemos a nossa ilha espiritual (todos a procuramos) assente na sabedoria de valores milenares. E, muito mais do que o confronto de concepções de vida, este mais novo sucesso de Christian Jacq é uma elegia (e uma celebração) do amor, da beleza e da harmonia, assim como da eterna luta dos homens pelo seu desejo de felicidade. – Uma visão de como o cristianismo promovia o extermínio de outras crenças por meio de torturas físicas e mentais, destruindo as culturas de outros povos para impor a sua –